Bolsas de NY fecham em alta com vacina, PMI e Yellen no Tesouro

O índice Dow Jones encerrou o pregão com ganho de 1,12%, aos 29.591,86 pontos, enquanto o S&P 500 subiu 0,57%, 3.577,72 pontos. Já o Nasdaq teve...

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Por Agência Estado

As bolsas de Nova York fecharam em alta, nesta segunda-feira, 23, após a notícia de que a vacina desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford teve eficácia média de 70% na prevenção do coronavírus. A informação de que o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, planeja indicar a ex-presidente do Fed Janet Yellen ao cargo de secretária do Tesouro também ajudou a aquecer os negócios.

O índice Dow Jones encerrou o pregão com ganho de 1,12%, aos 29.591,86 pontos, enquanto o S&P 500 subiu 0,57%, 3.577,72 pontos. Já o Nasdaq teve leve avanço de 0,22%, a 11.880,63, após ações das grandes companhias de tecnologia segurarem o índice durante parte da tarde de hoje.

O papel da Alphabet, controladora do Google, recuou 0,51%, e o Facebook teve queda similar de 0,47%. Já a Amazon terminou as negociações próxima da estabilidade (-0,03%), enquanto a Netflix (-2,38%) registrou queda acentuada.

No índice Dow Jones, Chevron e Boeing foram os destaques positivos, com altas de 6,11% e 5,97%, respectivamente. Já no S&P 500, o setor de energia teve bom desempenho, com altas da Occidental Petroleum (16,83%), Apache Corporation (12,41%) e Diamondback Energy (11,67%).

Durante a madrugada, AstraZeneca informou, em nota, que sua vacina contra a covid-19 pode ser armazenada em geladeiras comuns, o que confere ao produto vantagem logística “enorme”, segundo disse a cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan.

Além do otimismo causado pela vacina, também contribuiu para as cotações das bolsas nova-iorquinas o resultado positivo do índice de gerentes de compras (PMI) composto dos EUA, que subiu de 56,3 em outubro para 57,9 na leitura preliminar de novembro, indicando que a economia americana continua em expansão, mesmo com a segunda onda de covid-19 no país.

Os investidores também se animaram com a notícia publicada pelo The Wall Street Journal de que a ex-presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Janet Yellen, será a escolhida do presidente eleito Joe Biden para ocupar o Tesouro americano a partir de 2021. Yellen defende que os EUA ampliem o gasto fiscal para acelerar a retomada da economia.

Essa é a mesma visão do dirigente da distrital de Chicago do Fed, Charles Evans. Em evento da Associação de Bancários de Iowa, Evans afirmou que um novo pacote de estímulos fiscais ajudará a “eliminar incertezas” dos norte-americanos, o que terá efeito positivo na retomada econômica pós-pandemia no país. Para o dirigente, a menos que um estímulo seja aprovado em breve, o Fed deve manter sua taxa de juros entre 0% e 0,25% ao ano.

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