Número de casos da covid-19 nos EUA alcança 11 milhões

Os EUA levaram 300 dias para alcançar a marca de 11 milhões de casos desde que o primeiro foi diagnosticado, em Washington, no dia 20 de...

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Por Agência Estado

Mais de 11 milhões de casos da covid-19 foram reportados nos Estados Unidos, com um aumento de um milhão em menos de uma semana. A contagem da Universidade Johns Hopkins alcançou 11 milhões neste domingo. Ela havia chegado a 10 milhões em 9 de novembro.

Os EUA levaram 300 dias para alcançar a marca de 11 milhões de casos desde que o primeiro foi diagnosticado, em Washington, no dia 20 de janeiro. A covid-19 está se espalhando mais rapidamente pelo país do que em qualquer momento desde o início da pandemia. Mortes também vêm aumentando, embora não estejam em patamares recordes. A média diária de sete dias para as mortes estava em mais de 1.080 no sábado, mais de 30% a mais do que duas semanas antes. A covid-19 já matou mais de 246 mil pessoas nos EUA, de acordo com a Johns Hopkins. No mundo, mais de 54 milhões de casos foram reportados, com mais de 1,3 milhão de mortes. Os EUA têm cerca de 4% da população do mundo, mas aproximadamente um quinto de todos os casos notificados.

No estado de Michigan, a governadora Gretchen Whitmer ordenou que colegiais e universidades interrompam as aulas presenciais, que restaurantes fechem os serviços em ambientes fechados, e que esportes – incluindo os playoffs do futebol americano – sejam suspensos para interromper o avanço do número de casos da covid-19. As restrições irão começar na quarta-feira e duram três semanas.

Em relação às vacinas, o Reino Unido será o primeiro país a fazer a fase final de testes da vacina experimental da companhia Janssen, divisão farmacêutica da Johnson & Johnson. Cientistas recrutarão cerca de 6 mil pessoas no país para fazer o teste de 12 meses. Saul Faust, que está ajudando a liderar o estudo, diz que a pesquisa começa no Reino Unido, mas também quer recrutar cerca de 30 mil pessoas em seis países ao redor do mundo.

Na Bélgica, a Anistia Internacional disse que autoridades “abandonaram” milhares de idosos que morreram em asilos durante a pandemia após investigação que averiguou uma série de problemas descritos pelo grupo como “violações de direitos humanos”.

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