Experiente, Alison vislumbra boa campanha em Tóquio-2020 ao lado de Álvaro Filho

Após ser campeão nos Jogos do Rio, Alison terminou a parceira vitoriosa com Bruno Schmidt e começou uma com André, que tinha sido campeão mundial. Mas...

Publicado em

Por Agência Estado

Com a vaga para os Jogos de Tóquio confirmada, Alison Cerutti já pensa na caminhada em busca de sua terceira medalha olímpica. Ele foi prata em Londres-2012, ouro no Rio-2016 e agora vai tentar no Japão, ao lado de Álvaro Filho, seu terceiro pódio consecutivo. “A expectativa é a melhor possível. Estou prestes a completar 34 anos, já tenho duas finais olímpicas no currículo e chego como uma referência no meu esporte”, disse, em entrevista ao Estado.

Após ser campeão nos Jogos do Rio, Alison terminou a parceira vitoriosa com Bruno Schmidt e começou uma com André, que tinha sido campeão mundial. Mas a falta de resultados fez com que a dupla não durasse muito e ele acabou acertando com Álvaro na reta final da corrida olímpica. “Como ele não estava bem ranqueado, a dupla foi posicionada na 46ª colocação. Foi um ciclo totalmente atípico, mas conseguimos a vaga”, afirmou.

A caminhada foi tensa e contra o tempo. Alison precisava pontuar com a nova dupla, mas tendo de passar por fases preliminares antes das grandes competições. Além do desgaste físico por ter de jogar mais, uma eliminação deixaria a dupla estacionada longe das primeiras posições do ranking. Mas aos poucos Alison e Álvaro foram crescendo e terminaram a classificação olímpica em terceiro lugar.

Na frente, quem dominou a temporada foi a dupla Mol/Sorum, da Noruega. Na segunda posição ficaram os russos Krasilnikov e Stoyanovskiy. Os brasileiros vieram logo a seguir, na terceira colocação. “Na Olimpíada são 24 times para três medalhas. Gosto de jogar esse campeonato, é viciante, é como uma Copa do Mundo para a gente. Acredito que temos condições de representar bem nosso país”, comentou.

Para Alison, os noruegueses compõem a dupla a ser batida em Tóquio. “Eles são favoritos, assim como os russos, mas podemos superá-los. A Olimpíada é um torneio totalmente diferente. Eu cheguei em Londres mais favorito do que eles, porque eu já era campeão mundial e eles não ganharam e também não jogavam com um multicampeão como o Emanuel.”

Em 15 de dezembro, Alison e Álvaro vão entrar em férias, retornando aos treinos em 5 de janeiro. Até a Olimpíada, em julho, pretendem disputar nove eventos, contando partidas pelos Circuito Brasileiro e Mundial de vôlei de praia. “Voltamos ao treino no início do ano e aí a gente só para quando a última bola cair nos Jogos Olímpicos, se Deus quiser para nos dar a medalha de ouro em Tóquio”, avisou Alison.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

Sair da versão mobile
agora
Plantão CGN
X