
Tem coisa aí
Bastou que se iniciasse a flexibilização do isolamento e a reabertura dos negócios para se constatar que o sacrifício dos “hermanos” pode ter sido em vão....
Publicado em
Por Caio Gottlieb
Depois de enfrentarem a mais longa e rígida quarentena do mundo para segurar a propagação do novo coronavírus, que resultou ao final de quase oito meses em um aparente controle da infecção, mas aprofundou a gravíssima e intermitente crise econômica que os aflige há tempos, os argentinos estão agora com a sensação de que nadaram, nadaram e morreram na praia.
Bastou que se iniciasse a flexibilização do isolamento e a reabertura dos negócios para se constatar que o sacrifício dos “hermanos” pode ter sido em vão.
Foi como libertar um monstro que estava aprisionado: além de ultrapassar na última semana a marca de um milhão de casos e se colocar entre os cinco países mais afetados pela Covid-19, atrás dos Estados Unidos, Índia, Brasil e Rússia, a Argentina vem amargando uma das maiores taxas diárias de mortes pela doença por população.
Aliás, o planeta contabiliza nesta segunda-feira (26) um total de mais de 1 milhão e 150 mil vítimas fatais.
Por outro lado, a Europa começa a viver uma temida e já esperada segunda onda da pandemia, com diversos países registrando números recordes de casos e reeditando a adoção de medidas rigorosas de distanciamento social, o que evidencia que o vírus continua à solta e só será contido com a descoberta de tratamentos eficientes e vacinas eficazes.
Enquanto isso, a China, onde o bicho surgiu para engolfar o mundo na maior crise sanitária do século, volta a exibir altos índices de crescimento econômico e assegurar sua posição de liderança na cadeia global de suprimentos, recuperando rapidamente os prejuízos que sofreu.
Com cerca de 1,4 bilhão de habitantes, a nação asiática – acredite quem quiser – confirma pouco mais de míseros 90 mil casos e menos de 5 mil óbitos causados pela Covid-19.
Das duas, uma: ou os chineses estão escondendo informações ou descobriram a cura da enfermidade e não querem contar pra ninguém.
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