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A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, fala durante a cerimônia de assinatura do termo de compromisso entre a Caixa Econômica Federal e o Comitê Paralímpico Brasileiro, no Centro de Treinamento Paralímpico.

Secom comenta caso envolvendo programa Pátria Voluntária, liderado por Michelle Bolsonaro

Dinheiro repassado por empresa para compra de testes rápidos foi direcionado pelo governo para instituições evangélicas...

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Por CGN 1

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, fala durante a cerimônia de assinatura do termo de compromisso entre a Caixa Econômica Federal e o Comitê Paralímpico Brasileiro, no Centro de Treinamento Paralímpico.

A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), do Ministério das Comunicações, informou, por meio de nota divulgada na noite de ontem (1°), que a legislação em vigor impede que o Ministério da Saúde receba recursos de entes privados. Em nota, a Secom esclareceu informações sobre a doação de R$ 7,5 milhões da empresa Marfrig ao programa Pátria Voluntária, recursos que, inicialmente, seriam destinados à pasta da Saúde para compra de testes rápidos de covid-19.

“A empresa Marfrig teve a intenção de doar para o Ministério da Saúde R$ 7,5 (sete e meio milhões de reais) para compra de testes rápidos para a Covid-19, em março do corrente ano. A legislação em vigor impede que o referido ministério receba recursos privados e, em maio, o órgão declinou da doação porque não precisava mais dos equipamentos”, diz a nota.

Sendo assim, de acordo com a Secom, a empresa teria procurado o Pátria Voluntária, que é coordenado pela primeira-dama Michelle Bolsonaro, “e optou por repassar a doação ao programa para atender às necessidades de entidades sociais a elas vinculadas”. De acordo com a nota, a compra de itens como alimentos, produtos de proteção e de higiene para pessoas em situação de vulnerabilidade é realizada por chamadas públicas.

O texto destaca que o Pátria Voluntária tem ainda um canal que permite doações financeiras tanto por pessoas jurídicas quanto por pessoas físicas, o Arrecadação Solidária. As doações são realizadas diretamente à Fundação Banco do Brasil, pessoa jurídica de direito privado, de fins não lucrativos, com autonomia administrativa e financeira.

“Como também permite a legislação específica, os recursos arrecadados são direcionados para organizações da sociedade civil para efetivação de atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade, o que de fato ocorreu no caso citado”, diz a nota.

O governo destacou ainda que é norma do Pátria Voluntária dar ampla e total transparência ao destino dos recursos captados pelo projeto. Os dados podem ser acessados pelo site do programa, no painel na aba Resultados. 

As informações são da Agência Brasil.

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