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Em Londrina, Gaeco cumpre nove mandados de busca e apreensão contra policiais civis

Os suspeitos são investigados por peculato e corrupção passiva...

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Por CGN 1

Em Londrina, no Norte-Central do estado, os núcleos locais do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria), do Ministério Público do Paraná, cumprem na manhã desta quinta-feira, 1º de outubro, nove mandados de busca e apreensão e sete medidas cautelares diversas da prisão. A ação é realizada em conjunto com a Corregedoria-Geral da Polícia Civil e inclui o afastamento das funções públicas de cinco investigadores da Polícia Civil.

As investigações começaram em abril de 2019 para apurar possíveis crimes de peculato, corrupção passiva e concussão supostamente cometidos por um grupo de policiais civis e por dois advogados. As ações do grupo teriam sido praticadas 2017 e 2018, quando estavam sendo apurados outros ilícitos de que eram suspeitos os clientes de dois advogados. Um desses clientes, que já faleceu, estava sendo investigado por participação em roubo e tráfico de drogas, e um dos advogados enviou-lhe mensagem de áudio citando os nomes dos policiais que  iriam receber a “propina” com a finalidade de não envolvê-lo ou ao menos diminuir sua responsabilidade no inquérito policial.

Em outro fato investigado, policiais civis teriam exigido, por intermédio de outro advogado, o pagamento de R$ 55 mil para não autuarem o cliente em flagrante por porte de arma e extorsão. O cliente havia sido conduzido à delegacia e só foi liberado após a transferência, na própria delegacia, do dinheiro para a conta do advogado. Na circunstância, não foi feito o flagrante, tendo apenas sido instaurado posteriormente um inquérito policial. Esse cliente investigado reclamou que durante o cumprimento da busca em sua residência foram subtraídos pelos policiais objetos como celulares, televisão e vídeo game.

Os mandados foram expedidos pela 5ª Vara Criminal de Londrina.

As informações são do Ministério Público Federal.

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