
Trabalhador que sofreu graves queimaduras na quinta ainda aguarda transferência; família faz apelo
Homem de 24 anos teve quase 60% do corpo atingido; ferimentos foram causados por água de radiador...
Publicado em
Por Mariana Lioto
O homem de 24 anos que se feriu em um acidente com água quente na última quinta-feira segue internado no HUOP (Hospital Universitário do Oeste do Paraná). Valber Jhonson dos Santos de Almeida precisa, no entanto, ser transferido para um centro especializado no tratamento de queimados.
Valber trabalha com mecânica e os ferimentos foram causados por água de um radiador. Segundo a esposa quase 60% do corpo foi atingido com ferimentos de segundo grau. Imagens dão dimensão da gravidade dos ferimentos.
“Ele está com muita dor, usando morfina o tempo todo e precisa da transferência o quanto antes. Ele precisa de uma cirurgia para tirar a pele morta e aqui não tem condição de fazer”.
Um espaço foi construído em Cascavel para abrigar um serviço especializado para este tipo de caso, no próprio HUOP. Mesmo pronto há vários meses, o local não foi equipado para começar a funcionar. Enquanto isso, os pacientes de toda a região precisam ser transferidos para outros locais do Estado, normalmente Londrina.
A CGN busca contato com a Sesa (Secretaria de Estado de Saúde) que é a responsável por providenciar o leito.
Atualização
A Sesa disse que: “A Regulação de leitos está realizando a busca por vagas e aguarda o aceite por parte dos serviços de saúde que possuam disponibilidade para atendimento. Tão logo a vaga seja disponibilizada, o paciente será transferido”.
Já o HUOP emitiu nota informando que em casos de pacientes com queimaduras, estes são clicados para a Central de Leitos para que possam ser transferidos a alguma instituição que realize o atendimento especializado.
“Enquanto isso, o Huop presta todo o atendimento necessário, incluindo o debridamento (remoção de tecidos desvitalizados), intervenção cirúrgica que precisa ser aguardada para que seja realizada no tempo exato, indicado pela equipe médica durante o tratamento.
O hospital ainda ressalta que apesar de não ser um Centro de Referência para esse tipo de atendimento, dispõe de tecnologias de vanguarda para oferecer suporte em casos em que não há disponibilidade de leitos especializados, oferecendo atendimento pleno e integral como prevê o Sistema Único de Saúde (SUS)”
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