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Jaborá Gold: moradores pedem solução do Município quanto a taxas ‘indevidas’ e endereço ‘inexistente’

A situação ocorre na Rua Valério Corradi, entre a Rua Guilherme Piovezan e a Av. Piquiri...

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Por Luiz Oliveira

Há mais de três anos, moradores do Conjunto Jaborá Gold, na região do Bairro Brasmadeira, vêm sofrendo transtornos com relação a divergências nas informações quanto ao endereço do imóvel e principalmente quanto a cobranças da taxa de iluminação pública.

O síndico do condomínio, Cristiano Machado da Silva, explica que desde a entrega do residencial há informações incorretas quanto a um dos endereços de entrada do condomínio e desde então os moradores tentam, porém não conseguem, regularizar a situação junto a Prefeitura, Copel e Caixa Econômica Federal.

Conforme o relato do síndico, um dos blocos do condomínio tem a entrada para a Rua Valério Corradi, com numeral 274, trecho que fica entre a Rua Guilherme Piovezan e Avenida Piquiri. Entretanto, esta informação aparece corretamente somente no contrato de apropriação do imóvel, sendo que na conta de energia, por exemplo, este mesmo imóvel aparece com endereço da Rua Guilherme Piovezan, mas mantendo o numeral 274, que é inexistente nesta via.

Esta divergência causa muitos transtornos com relação a entrega de correspondências e encomendas, que acabam não sendo entregues.

A principal reclamação do síndico é quanto a cobrança de taxa de iluminação pública neste trecho da Rua Valério Corradi, sendo que o local sequer tem poste de energia. O único poste localizado neste trecho não é equipado com lâmpada.

A escuridão nesta via só não é completa pois o condomínio investiu em luzes, para auxiliar na iluminação da rua e amenizar a sensação de insegurança aos moradores e demais pessoas que precisam utilizar o trecho.

Além deste ponto de escuridão, há também dois postes com lâmpadas queimadas na Rua Guilherme Piovezan, justamente na esquina com a Rua Valério Corradi. Estes equipamentos estariam queimados há vários meses e os moradores esperam por providências por parte do município.

Cristiano afirma que está muito complicado para tentar solucionar o caso, procurando os devidos setores. Ele alega que há um “empurra-empurra” entre Prefeitura, Copel e Caixa Econômica Federal quanto as responsabilidades para solucionar o problema, o que na prática mantêm os moradores se sentindo em condição de descaso.

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