Médico detalha estado de ciclista após batida no Interlagos; há risco de vida

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Vítima de 44 anos sofreu lacerações na cabeça e na face e fratura aberta na perna direita, mas estava consciente durante a avaliação inicial.

Por Redação CGN

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O médico que participou do atendimento ao ciclista de 44 anos ferido em uma colisão entre carro e bicicleta no Bairro Interlagos, em Cascavel, detalhou à CGN o quadro da vítima na tarde deste domingo (30). Segundo ele, o homem sofreu ferimentos de moderados a severos e apresenta algum risco de vida, apesar de ter permanecido consciente e inicialmente estável.

O acidente ocorreu no cruzamento das ruas Tomás Edison e Sócrates. O ciclista se envolveu em uma colisão com um Ford Fiesta Sedan conduzido por um homem de 59 anos.

Impacto provocou ferimentos na cabeça, face e perna

De acordo com o médico, as equipes receberam inicialmente a informação de uma colisão entre automóvel e bicicleta, com uma vítima que teria perdido a consciência e apresentava sangramento significativo na região da cabeça e da face.

Quando os socorristas chegaram, encontraram sinais de um impacto de forte energia. O médico destacou uma marca do tipo “olho de boi” no para-brisa do automóvel, que, conforme explicou, indicava que a cabeça da vítima havia atingido o vidro com força.

O ciclista apresentava sangramento de moderada a grande quantidade, além de uma extensa laceração na face e na região do crânio e uma fratura aberta na perna direita.

Dentro da ambulância, foram realizados procedimentos para controlar o sangramento e estabilizar a vítima do ponto de vista ventilatório e hemodinâmico.

Após a estabilização inicial, o ciclista foi encaminhado ao Hospital Universitário para avaliação complementar, incluindo exames de tomografia e raio-X e avaliações das equipes de ortopedia e neurocirurgia.

Médico afirma que há algum risco de vida

Ao falar sobre a gravidade dos ferimentos, o médico explicou que a vítima apresentava lesões classificadas por ele como moderadas a severas.

“Tem algum risco de vida pela intensidade dos ferimentos, mas, do ponto de vista da avaliação inicial, estava consciente, não houve necessidade de ventilação mecânica”, afirmou.

Segundo ele, o ciclista também mantinha pressão arterial e parâmetros de estabilização ventilatória e hemodinâmica durante o atendimento inicial.

A evolução do quadro dependerá das avaliações e dos exames realizados no Hospital Universitário.

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