EUA impõem sanções contra Ação Palestina e outros grupos de "extrema-esquerda"

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Em nota, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, fez um alerta a grupos de extrema-esquerda.

Por Agência Estado

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou a imposição de sanções contra a organização Ação Palestina, sediada no Reino Unido, e contra outras entidades apontadas por Washington como integrantes de redes de “extrema-esquerda” ligadas a atos violentos, segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira, 26.

Em nota, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, fez um alerta a grupos de extrema-esquerda. “Extremistas da esquerda, suas fontes e aqueles que os apoiam devem estar avisados: utilizaremos todas as nossas ferramentas econômicas para evitar que o terrorismo político tenha lugar em nossa sociedade. Vamos continuar a cortar o suporte financeiro desses grupos até que sejam eliminados”, disse.

A Ação Palestina foi designada como grupo “Terrorista Global Especialmente Designado” (SDGT, na sigla em inglês) pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac, em inglês), com base na ordem executiva 13224, que embasa medidas antiterrorismo.

Além da Ação Palestina, as sanções atingem a Autistici Inventati, descrita como um grupo italiano que forneceria serviços digitais – como hospedagem, e-mails criptografados e ferramentas de comunicação – a coletivos classificados como extremistas, e o grupo transnacional Masar Badil, que o Tesouro afirma atuar como frente para a Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), designada pelos EUA como organização terrorista estrangeira.

O Tesouro afirmou que a medida busca cortar “linhas financeiras” e dificultar a coordenação internacional desses grupos. Na prática, as sanções bloqueiam bens e interesses em bens sob jurisdição americana e proíbem transações envolvendo pessoas e entidades designadas, além de prever penalidades civis e criminais em caso de violação. O comunicado também alerta para riscos de sanções secundárias a instituições financeiras estrangeiras que facilitem transações relevantes.

No Reino Unido, a Ação Palestina já havia sido proibida em julho de 2025, mas a decisão foi criticada por organizações de direitos humanos, incluindo a Anistia Internacional, que veem risco de uso indevido de instrumentos antiterrorismo e de restrição ao direito de protesto.

*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).

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