“A gente paga por algo que não consome”, reclama morador após conta de água passar de R$ 300
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Por Silmara Santos
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Um morador da Rua Pedro Baú, no bairro Universitário, em Cascavel, procurou a CGN na noite desta terça-feira (25) para relatar uma série de problemas envolvendo hidrômetros, vazamentos e uma conta de água que ultrapassou os R$ 300.
Luiz Henrique Medeiros conta que os transtornos começaram há cerca de 15 dias, quando identificou um vazamento no hidrômetro de uma das residências existentes no mesmo lote.
Segundo ele, a Sanepar foi acionada e realizou um reparo no equipamento. No entanto, durante o atendimento, outros dois hidrômetros, que ficavam dentro do terreno e atendiam as demais casas, teriam sido danificados.
“Eles acabaram danificando o relógio que estava lá dentro”, relatou o morador.
Após um novo contato com a companhia, uma equipe retornou ao endereço e transferiu os hidrômetros para a parte externa do imóvel.
Luiz Henrique afirma que o serviço deixou a calçada danificada e o local tomado por barro.
“Deixaram essa bagunça aqui que vocês estão vendo, piso quebrado, barro pra todo lado”, reclamou.
O problema, porém, não teria terminado. De acordo com o morador, o hidrômetro voltou a apresentar vazamento. Ao chegar em casa após o trabalho nesta terça-feira, ele encontrou água jorrando no local.
“Ninguém merece chegar em casa do serviço cansado e encontrar calçada quebrada, barro, água pra todo lado”, desabafou.
Além dos transtornos, o morador também reclama do prejuízo financeiro provocado pelo desperdício de água.
Ele afirma que normalmente as contas ficam entre R$ 150 e R$ 180, mas a fatura do mês de julho chegou a aproximadamente R$ 300.
“Como que a gente está pagando a mais devido a esse vazamento?”, questionou.
A preocupação é de que a próxima fatura venha ainda mais alta, já que o vazamento continua.
“A gente está pagando por algo que não consome, e ficamos sempre no prejuízo”, afirmou Luiz Henrique.
O morador também cobra uma solução para o problema e pede que a companhia avalie o prejuízo causado pelos vazamentos e pelos serviços realizados no imóvel.
“A gente paga por um serviço que espera ser de qualidade, e o que recebe é isso daqui”, disse.
A equipe da CGN deixa o espaço aberto para que a Sanepar se manifeste sobre o caso, esclareça a situação e informe quais providências serão tomadas para solucionar o problema.