Risco geopolítico pesa e juros intermediários e longos firmam alta

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O consultor financeiro Leonardo Mendes, da Manchester Investimentos, afirma que apesar da queda de 1% do petróleo hoje, a commodity acima de US$ 90 por barril ainda causa pressão para os juros futuros e as sanções dos EUA contra o Irã indicam que não há solução de curto prazo para a questão geopolítica.

Por Agência Estado

Os juros futuros negociados na B3 renovaram máxima intradia e firmam alta durante a manhã desta segunda-feira, 24, com o contrato de Depósito Interfinanceiro para janeiro de 2029 tendo taxa de 14,21%, de 14,145% do ajuste de sexta-feira, e o para janeiro de 2031 subindo de 14,399% para 14,455%.

O consultor financeiro Leonardo Mendes, da Manchester Investimentos, afirma que apesar da queda de 1% do petróleo hoje, a commodity acima de US$ 90 por barril ainda causa pressão para os juros futuros e as sanções dos EUA contra o Irã indicam que não há solução de curto prazo para a questão geopolítica.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, deve falar às 15h, em entrevista coletiva, sobre as sanções.

O DI para janeiro de 2027, por sua vez, rondava o ajuste de 13,704%, sem mudança na precificação de corte de 0,25 ponto porcentual da Selic na reunião de setembro.

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