Da sala de casa ao bolso: televisão atravessa gerações e continua olhando para o mundo

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O 11 de agosto foi escolhido em homenagem a Santa Clara de Assis, considerada padroeira da televisão desde 1958 pelo Papa Pio XII.
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Foto: Reprodução/CGN

Por Redação

Antes de caber no bolso, a televisão ocupava um móvel inteiro. Antes de ter centenas de canais, esperava-se a hora certa para assistir ao programa. E antes do controle remoto, alguém precisava levantar do sofá. Nesta terça-feira (11), o Brasil celebra o Dia da Televisão, uma data que guarda uma história curiosa.

O 11 de agosto foi escolhido em homenagem a Santa Clara de Assis, considerada padroeira da televisão desde 1958 pelo Papa Pio XII. A associação nasceu de um relato segundo o qual Clara, impossibilitada de acompanhar uma celebração religiosa por estar doente, teria conseguido acompanhar à distância aquilo que acontecia na igreja.

A televisão brasileira, porém, tem outra data importante. Foi em 18 de setembro de 1950 que a TV Tupi entrou no ar, marcando oficialmente a chegada da televisão ao país. Por isso, o Brasil acabou ficando com duas datas relacionadas ao meio: 11 de agosto e 18 de setembro, esta última reconhecida como Dia Nacional da Televisão pela Lei nº 10.255, de 2001.

De lá para cá, a televisão deixou de ser apenas um aparelho. Virou janela, companhia, fonte de informação, entretenimento e, algumas vezes, até testemunha silenciosa da vida de uma família. Mudou do tubo para a tela fina, da antena para a internet e da sala para o celular. Só não conseguiu resolver uma antiga discussão: quem está com o controle remoto?

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