"Paciente chegou a piorar durante o transporte", relata médico do Siate

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Por Redação

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Após o atendimento à vítima de esfaqueamento registrado na madrugada deste sábado (1º), na Rua Potiguaras, região do Bairro Santa Cruz, o médico do Siate, Dr. Oswaldo Fagundes, conversou com a equipe da CGN na chegada ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP).

Quadro se agravou durante o deslocamento

Segundo o médico, as equipes foram acionadas para atender um homem ferido por uma facada no tórax. Quando os socorristas chegaram ao local, a vítima ainda estava consciente e apresentava quadro estável.

No entanto, durante o deslocamento ao hospital, o paciente apresentou piora clínica, exigindo ainda mais atenção da equipe médica. Ao chegar ao HUOP, ele foi imediatamente entregue aos profissionais da unidade, que deram continuidade ao atendimento devido à gravidade do ferimento.

Dr. Oswaldo destacou que a resposta rápida das equipes foi fundamental para garantir o encaminhamento da vítima ao hospital, onde o homem permaneceu sob os cuidados da equipe médica.

Resumo do que aconteceu

O que aconteceu com Igor Luan Santos da Rocha na madrugada de 1º de agosto de 2026 em Cascavel?
R: Igor Luan Santos da Rocha, de 21 anos, foi esfaqueado durante uma discussão que ocorreu na madrugada de 1º de agosto de 2026, em uma lanchonete na Rua Potiguaras, no Bairro Santa Cruz, em Cascavel. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP), mas não resistiu ao ferimento e morreu.
Como começou a confusão que resultou na morte de Igor?
R: A confusão teve início devido a uma negociação envolvendo um telefone celular. Igor teria ido até a lanchonete para tratar da devolução do aparelho e, segundo relatos, afirmou que entraria no estabelecimento para agredir um homem. Durante o confronto, foi atingido por uma facada no tórax.
Quem é apontado como responsável pela facada que matou Igor?
R: O homem apontado como responsável pela facada é Lucas dos Santos, que trabalhava no estabelecimento onde ocorreu o crime. Ele foi identificado pela polícia logo após o ocorrido.
Qual a versão apresentada pela defesa de Lucas dos Santos sobre o caso?
R: A defesa de Lucas dos Santos afirma que ele não fugiu da Justiça, mas deixou o local por medo de represálias. Segundo o advogado, Lucas procurou um advogado logo após o crime e se apresentou à autoridade policial na data marcada para prestar depoimento. A defesa sustenta que Igor teria retornado ao local alterado, ameaçado os funcionários e iniciado uma agressão física, o que teria levado Lucas a agir em legítima defesa, utilizando uma arma branca para interromper a agressão.
O que diz a família de Igor sobre a dinâmica do crime?
R: A família de Igor, especialmente sua mãe Eliane Santos, afirma ter presenciado o momento em que ele foi atingido e relata que o filho morreu diante dela e do irmão mais novo, de 11 anos. Ela questiona por que o responsável pela morte do filho ainda não foi preso e relata sofrimento ao vê-lo circulando normalmente na região.
Como foi o atendimento médico prestado a Igor após o esfaqueamento?
R: Igor foi atendido pelo Siate, com apoio de um médico de área. Inicialmente, ele estava consciente e em estado considerado estável, mas apresentou piora clínica durante o transporte ao hospital. Apesar dos esforços da equipe médica do HUOP, Igor não resistiu ao ferimento e morreu.
O que aconteceu com Lucas dos Santos após o crime?
R: Lucas dos Santos deixou o local antes da chegada da Polícia Militar. Segundo a defesa, ele não ficou foragido, procurou um advogado e se apresentou à Polícia Civil para prestar depoimento quando solicitado. Ele permanece em liberdade e à disposição da Justiça.
Quais provas e elementos foram reunidos pela investigação até agora?
R: A investigação reuniu imagens de câmeras de segurança do local, depoimentos de testemunhas, laudos periciais e o depoimento do investigado Lucas dos Santos. Todos esses elementos foram incorporados ao inquérito policial.
Qual o estágio atual da investigação sobre a morte de Igor?
R: Segundo informações de 2 de setembro de 2026, a Polícia Civil afirmou que a apuração está aproximadamente 90% elucidada e que o desfecho da investigação deve ocorrer em breve, dependendo da análise do Ministério Público e das autoridades competentes.
Por que o caso gerou comoção e repercussão em Cascavel?
R: O caso gerou comoção devido à morte violenta de um jovem de 21 anos, à dor da família que ainda busca respostas e justiça, e ao fato de o suspeito permanecer em liberdade e frequentando a região, o que aumentou o sofrimento dos familiares e mobilizou a opinião pública.
Há versões conflitantes sobre o que motivou e como se desenrolou a briga?
R: Sim, há versões conflitantes. A família de Igor afirma que ele foi morto injustamente, enquanto a defesa de Lucas sustenta que ele agiu em legítima defesa após ser agredido e ameaçado por Igor. A investigação busca esclarecer qual versão corresponde aos fatos.
O estabelecimento onde ocorreu o crime está envolvido em outras atividades ilícitas?
R: Segundo a defesa de Lucas dos Santos, o local é um comércio legalizado de lanches e bebidas e não está envolvido em tráfico de drogas ou outras ilicitudes. A defesa rejeita afirmações contrárias e afirma que poderá tomar medidas legais contra informações inverídicas.
Quais podem ser os próximos passos legais após a conclusão do inquérito?
R: Após a conclusão do inquérito policial, o Ministério Público analisará os elementos reunidos para decidir sobre o oferecimento de denúncia e eventual encaminhamento do caso ao Tribunal do Júri, caso seja considerado necessário pelas autoridades.
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