Moradora do Morumbi relata mais de dois dias sem energia e cobra solução da Copel
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Por Allan Machado
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Uma moradora do Bairro Morumbi em Cascavel, afirma estar enfrentando mais de dois dias sem energia elétrica e reclama da demora no atendimento para que o problema seja solucionado. Segundo ela, apesar de diversos contatos com a Copel, a situação permanecia sem resolução até a noite desta terça-feira.
De acordo com Maria Valdete, a interrupção no fornecimento de energia começou por volta das 10h de domingo. Desde então, ela afirma que entrou em contato com a companhia por meio do telefone 0800 e também pelo aplicativo da empresa, onde recebeu apenas respostas automáticas informando que o caso estava em atendimento. Durante a madrugada de segunda-feira, por volta das 4h, uma nova atualização foi enviada pelo agente virtual, mas, segundo a moradora, nenhuma equipe compareceu ao imóvel.
Ainda conforme o relato, na segunda-feira ela registrou novos protocolos por telefone e foi orientada a aguardar o atendimento. A moradora informou aos atendentes que precisava da energia para preparar aulas, realizar um curso online e manter a rotina da família, mas diz que o problema continuou sem solução. Nesta terça-feira, ela deixou o trabalho mais cedo para buscar atendimento presencial e foi informada de que um novo protocolo substitui o anterior. Também recebeu a informação de que o fornecimento seria restabelecido até as 18h05. Caso isso não ocorresse, deveria procurar a ouvidoria.
Maria Valdete afirma que aguardou o horário informado, mas o atendimento não foi realizado. Ao tentar contato com a ouvidoria, descobriu que o serviço funciona apenas até as 18h. Segundo ela, um eletricista particular foi contratado para verificar a instalação da residência e constatou que o problema estaria no relógio de energia, equipamento de responsabilidade da concessionária, que não estaria transmitindo o fornecimento elétrico.
A moradora também relata que todas as contas de energia estão em dia e lamenta os transtornos causados pela falta de eletricidade. Entre os prejuízos, ela cita alimentos comprometidos pela geladeira desligada, além das dificuldades enfrentadas pela família para estudar, trabalhar e realizar atividades básicas dentro de casa. Ela cobra uma solução rápida e pede mais agilidade no atendimento aos consumidores que passam pela mesma situação.