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Doutorado pra ficar na história

Extraído da tese inédita que ele vai apresentar no doutorado que está cursando na Universidade do Minho, em Portugal, o texto de Julio Tozo Neto avalia...

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Por Caio Gottlieb

Chamou a atenção de instituições que cuidam do patrimônio histórico do país o artigo que um jovem engenheiro civil cascavelense, filho de tradicional família da cidade, publicou em prestigiosa revista internacional dedicada ao tema.

Extraído da tese inédita que ele vai apresentar no doutorado que está cursando na Universidade do Minho, em Portugal, o texto de Julio Tozo Neto avalia o custo-benefício de diversas ações que diminuem o risco de incêndio em centros históricos, tendo por base a metodologia já aplicada naquele país e utilizando a cidade de Guimarães (onde ele aparece na foto) como fonte da pesquisa.

O estudo, especificamente, busca sistematizar critérios para uma análise de risco voltada exclusivamente para centros históricos brasileiros, já que a técnica empregada aqui (quando o é) foi trazida da Suiça e é bastante genérica, apresentando pouca relação com a nossa realidade.

Não foi por acaso, aliás, que ele escolheu para o desenvolvimento do projeto as edificações históricas portuguesas, que foram erguidas na época do Brasil colônia e são parecidas com as nossas.

Um dos problemas de se trabalhar com construções antigas, explica Tozo, é que normalmente é impossível adequá-las para as normas dos bombeiros sem descaracterizar seus elementos históricos.

Diante de tal desafio, procura-se estabelecer formas de compensar essas “falhas” de maneira que se mantenha o risco nos níveis mais baixos possíveis, a um custo economicamente viável que permita ampliar a prevenção para o maior número de edificações.

Graduado na FAG, onde leciona no curso de Engenharia, Tozo fez mestrado em Barcelona, na Espanha, e especialização em edificações históricas em Praga, na República Checa.

(Leia e compartilhe outras postagens acessando o site: caiogottlieb.jor.br)

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