Motorista de aplicativo desaparece em Sarandi: família procura Alana Silva Souza Rodrigues
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Por Fábio Wronski
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A família de Alana Silva Souza Rodrigues, de 26 anos, está em busca de informações sobre a motorista de aplicativo desaparecida em Sarandi, na região de Maringá. Moradora do Jardim São Paulo, Alana sumiu na tarde de sexta-feira, 10 de julho, após sair de casa por volta das 17h para realizar corridas. Ela dirigia um Volkswagen Gol branco alugado, utilizado para o trabalho, e não foi mais vista desde então.
Segundo relatos de familiares, Alana, que é mãe de três crianças de 3, 5 e 7 anos, trabalhou normalmente até o desaparecimento. Sua tia, Ivânia Alves, contou que conversou com a jovem na sexta-feira, mas depois não conseguiu mais contato. Na noite do mesmo dia, a família recebeu uma ligação de Alana dizendo que havia sido sequestrada e que estava em Campo Grande (MS), afirmando estar bem.
No sábado (11), Alana teria feito novo contato, desta vez com o irmão, informando que estava em Teodoro Sampaio (SP) e que retornaria para Sarandi. Desde então, os familiares não conseguiram mais falar com ela. “A gente recebeu uma ligação dizendo que foi sequestrada, dizendo que estava tudo bem e que já estava em Teodoro Sampaio vindo para Sarandi”, relatou a tia.
O carro utilizado por Alana foi localizado em Campo Grande (MS) graças ao rastreador. Na tarde de segunda-feira (13), por volta das 14h, um homem foi preso conduzindo o veículo. Durante a abordagem, a polícia encontrou uma arma de fogo com o suspeito. A prisão ocorreu inicialmente por porte ilegal de arma, mas a polícia investiga se o homem tem ligação com o desaparecimento da motorista de aplicativo.
De acordo com Ivânia, a família está muito preocupada, pois Alana nunca costumava realizar corridas para fora da região de Sarandi. “Ela nunca fez isso de pegar corrida e ir para fora. Os dois celulares dela estão desligados”, lamentou.
A família segue mobilizada e pede a colaboração da população. Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Alana Silva Souza Rodrigues pode entrar em contato com a Polícia Civil ou Polícia Militar pelo telefone 190. O caso segue sob investigação das autoridades locais.
As informações são do GMC Online.