Trump intervém junto à FIFA e jogador dos EUA é liberado após cartão vermelho

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Balogun havia recebido cartão vermelho na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina. Pela regra, a expulsão acarretaria suspensão au...
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Imagem ilustrativa gerada por IA/Diego Cavalcante

Por Diego Cavalcante

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump confirmou nesta segunda-feira (6) que pediu ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, uma revisão da expulsão do atacante Folarin Balogun. Após a análise do caso, a entidade suspendeu a punição automática, permitindo que o jogador esteja à disposição da seleção norte-americana para as oitavas de final da Copa do Mundo contra a Bélgica.

Balogun havia recebido cartão vermelho na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina. Pela regra, a expulsão acarretaria suspensão automática de uma partida, mas a Comissão Disciplinar da FIFA decidiu converter a punição em um período probatório de um ano, mantendo o cartão vermelho no registro do atleta, porém liberando sua participação no próximo confronto.

Em declaração a jornalistas na Casa Branca, Trump afirmou que apenas solicitou uma revisão da decisão e disse considerar a expulsão injusta. Segundo o presidente, a jogada foi um choque normal entre dois atletas e a arbitragem errou ao aplicar o cartão vermelho. Ele também classificou como “brilhante” a decisão da FIFA de rever a punição.

A medida provocou forte reação no futebol europeu. A UEFA classificou a decisão da FIFA como “sem precedentes, incompreensível e injustificável”, afirmando que a entidade “cruzou uma linha vermelha”. A federação belga também contestou a elegibilidade de Balogun para a partida das oitavas de final e anunciou que pretende recorrer da decisão.

O caso se tornou uma das maiores controvérsias da Copa do Mundo de 2026 por envolver uma rara revisão de suspensão após a intervenção de um chefe de Estado, levantando debates sobre a independência das decisões disciplinares no futebol internacional.

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