Kast, do Chile, fixa metas de crescimento e emprego para 2030 e promete acelerar investimentos

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As metas fazem parte da chamada Lei de Reconstrução Nacional, principal iniciativa econômica do governo. Kast voltou a defender o projeto, afirmando...

Por Agência Estado

O presidente do Chile, José Antonio Kast, estabeleceu nesta segunda-feira, 1, metas econômicas para o fim da década, incluindo crescimento anual de 4% e redução da taxa de desemprego para 6% até 2030. Durante sua primeira prestação de contas ao Congresso, o mandatário afirmou que o objetivo é reativar a economia e recuperar ao menos 300 mil postos de trabalho no país.

As metas fazem parte da chamada Lei de Reconstrução Nacional, principal iniciativa econômica do governo. Kast voltou a defender o projeto, afirmando que a expansão da atividade é fundamental para melhorar as condições sociais. Segundo ele, o crescimento econômico não é um objetivo em si, mas um instrumento para ampliar o emprego, o empreendedorismo e a oferta de serviços públicos.

O presidente também anunciou uma reforma voltada à redução da burocracia e à revisão do sistema tarifário de energia elétrica, além de novas medidas para agilizar a concessão de licenças e autorizações para investimentos. Segundo Kast, o governo conseguiu reduzir significativamente os prazos de análise de projetos e destravar empreendimentos que permaneciam paralisados por disputas administrativas.

De acordo com o mandatário, mais de US$ 22 bilhões em investimentos ingressaram no país desde março. Ele destacou ainda que maio registrou o maior volume de investimentos aprovados dos últimos 11 anos, somando US$ 13,9 bilhões. “Resolvemos 60% dos investimentos que estavam travados por essa via e reduzimos em 45% os tempos de resolução”, afirmou.

Na área social, Kast anunciou a criação de um auxílio para famílias de baixa renda com filhos de até 13 anos. O benefício será destinado a lares que integrem os 80% mais vulneráveis do Registro Social de Domicílios e prevê pagamento de 30 mil pesos chilenos (US$ 33,60) por criança. Segundo o governo, a medida busca amenizar o impacto do aumento do custo de vida sobre as famílias mais afetadas.

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