Calderano perde invencibilidade e Brasil é arrasado pela França no Mundial de Tênis de mesa

Garantida entre as quatro melhores seleções, a França agora terá pela frente a poderosa equipe da China em uma das semifinais. Do outro lado, mais duas...

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Por Agência Estado

Chegou ao fim nesta sexta-feira a grande campanha do Brasil no Mundial por Equipes do tênis de mesa. A seleção verde e amarela sucumbiu diante da favorita França dos irmãos Félix e Alexis Lebrun, 4º e 12º do mundo, se despedindo nas quartas de final, com derrota arrasadora por 3 a 0. Hugo Calderano abriu a série e amargou seu primeiro revés na competição. Guilherme Teodoro e Leonardo Iizuka também foram superados e o País se despediu com apenas um set fechado no confronto.

Garantida entre as quatro melhores seleções, a França agora terá pela frente a poderosa equipe da China em uma das semifinais. Do outro lado, mais duas equipes asiáticas. O Japão encara Taipei Chinês.

Favoritos do confronto e com três representantes no Top 25 do mundo, os franceses mudaram a estratégia e colocaram seu mesa-tenista menos forte para a abertura da série contra Hugo Calderano: Flavien Coton, 23º do ranking e somente 18 anos.

Quinto do planeta, Calderano encarou o jovem francês pela segunda vez na carreira – venceu anteriormente – para tentar colocar o Brasil na frente da dura disputa. Mas largou mal, logo com 4 a 0 de desvantagem diante de um agressivo Flavien. Errando em demasia, ficou com 6 a 1 contra. Calderano salvou três set points para empatar em 10 a 10. Mas mandou para fora e levou 12 a 10.

Melhor no começo do segundo set, arrancou aplausos com golpe pelas costas e logo 3 a 0 de frente. Não manteve o bom desempenho e voltou a perder, agora por 11 a 8. Um tanto incomodado, Calderano amargou sua primeira derrota no Mundial ao desperdiçar vantagem de quatro pontos (8 a 4) e cair com 11 a 9.

Guilherme Teodoro entrou para o segundo jogo sob obrigação de mostrar superação contra Félix Lebrun, o 4º do mundo, mas pouco exigiu do oponente, levando tranquilos 3 a 0, parciais de 11/4, 11/2 e 11/4.

Leonardo Iizuka, de apenas 20 anos, tinha a missão inglória de deixar o Brasil vivo na disputa contra outro gigante oponente. O desafio frente ao irmão Alexis Lebrun, 12º do ranking, começou com o brasileiro buscando reação improvável, salvando quatro set points e abrindo 1 a 0 com 13 a 11. O francês assumiu o controle da partida dali em diante e fechou com 11/3, 11/4 e 11/7.

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