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Polícia Civil não confirma racha em acidente que matou João Deves e Bruna Limberger

Os jovens, ambos de 27 anos, estavam em um Audi A4 que bateu violentamente contra um poste e uma árvore na Avenida Tancredo Neves. Bruna morreu...

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Por Isabella Chiaradia

O delegado Pedro Luiz Fontana Ribeiro, responsável pelo inquérito policial que investiga o acidente de trânsito que vitimou o casal João Vitor Deves e Bruna Limberger na última sexta-feira (1º) concedeu uma entrevista coletiva para esclarecimentos.

Os jovens, ambos de 27 anos, estavam em um Audi A4 que bateu violentamente contra um poste e uma árvore na Avenida Tancredo Neves. Bruna morreu na hora, enquanto João ainda estava vivo antes da chegada das equipes do Corpo de Bombeiros, mas, infelizmente, veio a falecer pouco tempo depois.

A Polícia Civil identificou o motorista de um Cruze que transitava lado a lado ao Audi A4 conduzido por João no momento do acidente.

Foi confirmado que o Cruze era ocupado por quatro pessoas, sendo que o motorista prestou depoimento na quarta-feira (6) e a namorada dele, que também estava no veículo, foi ouvida hoje.

Conforme informado pelo delegado, a namorada do motorista do Cruze conhecia a vítima Bruna, pois as duas já teriam sido colegas de trabalho. Os demais ocupantes do automóvel, supostamente, não seriam conhecidos do casal vítima da colisão.

Houve racha?

De acordo com o delegado, ainda não é possível confirmar se houve racha entre o Cruze e o Audi. Um fato que chama a atenção é que o Audi estava com o pisca alerta ligado antes do acidente, o que poderia indicar a corrida ilegal. No entanto, o casal ocupante do Cruze negou o racha.

A Polícia Civil está em posse das imagens de câmeras de segurança que mostram exatamente a dinâmica da colisão, mas até o momento esses registros não foram divulgados para a imprensa.

As imagens foram encaminhadas para a Polícia Científica em Curitiba que devem analisar os vídeos para determinar a velocidade empregada pelos veículos.

Caso seja confirmado o racha, o condutor do Cruze pode ser indiciado apenas por competição ilegal no trânsito, crime previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e considerada infração gravíssima.

O que aconteceu após o acidente?

A Polícia Civil confirmou que os ocupantes do Cruze pararam imediatamente após o acidente e acionaram o socorro.

Conforme constatado pelas autoridades após análise dos registros, o Siate foi acionado pela namorada do motorista do Cruze.

Investigações continuam

A Polícia Civil continua em diligências para identificar outras testemunhas e para coletar novas imagens que possam mostrar a dinâmica do acidente.

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