Sem chuva, mas com vento de 65 km/h pra bagunçar o "5º dia útil" em Cascavel
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Por Diego Cavalcante
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A quinta-feira (7) amanhece em Cascavel com aquele clima clássico de começo de expediente e conta bancária respirando aliviada. Não é um dia qualquer: é quinto dia útil, o momento em que boa parte da cidade acorda já fazendo cálculo mental, olhando aplicativo do banco e lembrando instantaneamente de todos os boletos que também estavam aguardando ansiosamente essa data.
O estagiário do tempo da CGN chegou na redação cedo, mas já encontrou metade da equipe falando a mesma coisa: “caiu?”. E não era chuva. Pelo menos hoje, a água continua longe do radar. O tempo segue firme mais uma vez em Cascavel, sem previsão de chuva e com aquele padrão estável que vem dominando os últimos dias.
Logo cedo, a mínima marca 20°C, trazendo uma manhã agradável e até um pouco abafada em alguns momentos. Durante a tarde, a temperatura sobe até os 26°C, mantendo o clima confortável pra quem vai trabalhar, resolver pendências ou finalmente tentar sobreviver ao pós-pagamento.
Mas se a chuva não aparece, o vento resolveu assumir o protagonismo do dia. As rajadas podem chegar aos 65 km/h, o que já entra oficialmente na categoria “segura o que estiver na mão”. Hoje não é exagero dizer que o vento pode levar embora desde a nota do pastel até aquele boleto recém-pago que a pessoa jurou que não ia perder.
Pelas ruas de Cascavel, o cenário é quase coletivo: gente indo ao banco, passando no mercado, reorganizando a vida financeira do mês e tentando fingir que não viu o valor da fatura do cartão. E no meio dessa correria, o vento entra como personagem surpresa, bagunçando cabelo, virando guarda-chuva esquecido do avesso e espalhando papel em estacionamento.
A umidade relativa do ar varia entre 57% e 82%, mantendo o clima relativamente agradável ao longo do dia. E apesar da calmaria no céu, o estagiário já deixa o alerta preparado: a partir de amanhã, a chuva pode voltar a aparecer em Cascavel. Ou seja: hoje é o último respiro antes do tempo talvez resolver mudar de humor de novo.
No fim das contas, a quinta-feira mistura céu firme, vento forte e aquele ritual brasileiro chamado “dia de pagamento”. E o estagiário encerra o boletim olhando pro céu e pro aplicativo do banco ao mesmo tempo.