Simulador de Pai? Pragmata estreia com proposta inovadora

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No jogo, o jogador controla um astronauta ao lado de uma androide com aparência infantil, formando uma dupla que precisa sobreviver enquanto enfrenta uma inteligência artificial hostil.
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Por Diego Cavalcante

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O aguardado game Pragmata foi finalmente lançado nesta semana pela Capcom, trazendo uma proposta ousada de misturar ação, puzzle e narrativa emocional. Ambientado em uma base lunar futurista, o título chegou cercado de expectativa após anos de adiamentos — mas a recepção do público tem sido dividida.

No jogo, o jogador controla um astronauta ao lado de uma androide com aparência infantil, formando uma dupla que precisa sobreviver enquanto enfrenta uma inteligência artificial hostil. O grande diferencial está na jogabilidade, que exige controlar combate e hacking ao mesmo tempo, criando uma dinâmica incomum dentro do gênero.

Apesar da inovação, parte da comunidade demonstrou frustração. Muitos jogadores esperavam uma experiência mais voltada à ação tradicional, enquanto outros elogiaram justamente o risco criativo adotado pela desenvolvedora. A mecânica estratégica acabou agradando quem busca algo diferente, mas afastando quem queria um shooter mais direto.

Outro ponto que gerou debate foi a duração da campanha. Com menos de 10 horas de gameplay, o título foi considerado curto por parte do público, especialmente diante da longa espera pelo lançamento.

Ainda assim, críticos destacam que Pragmata entrega uma experiência única e aposta em uma narrativa mais sensível, explorando a relação entre humano e máquina em um cenário futurista.

A empresa confirmou que o jogo ultrapassou a marca de 1 milhão de cópias vendidas apenas dois dias após o lançamento, indicando um início bastante sólido para um projeto inédito.

O jogo está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC, consolidando-se como uma das apostas mais diferentes da Capcom nos últimos anos.

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