Gaeco de Ponta Grossa cumpre mandados de busca e apreensão em Jaguariaíva e Ibaiti em operação que apura corrupção e fraudes em transações com bovinos

As investigações sobre o esquema tiveram início em julho de 2024, a partir de relatório encaminhado ao MPPR pelo próprio órgão de defesa sanitária, dando conta......

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Por Ministério Público do Paraná

O Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, cumpriu nesta terça-feira, 10 de março, dois mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Boi Fantasma, que apura crimes de corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica na emissão de Guias de Trânsito Animal (GTAs) e inserção de dados falsos em sistemas de informações da Agência de Defesa Sanitária do Paraná (Adapar). Expedidas pelo Juízo de Garantias da Comarca de Jaguariaíva, as medidas foram cumpridas em Jaguariaíva e em Ibaiti, nos Campos Gerais.

Áudio do Promotor de Justiça Antônio Juliano Souza Albanez

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As investigações sobre o esquema tiveram início em julho de 2024, a partir de relatório encaminhado ao MPPR pelo próprio órgão de defesa sanitária, dando conta de que uma funcionária pública da Prefeitura de Jaguariaíva, cedida à Adapar, realizaria cadastramentos de bovinos de forma fraudulenta. As transações seriam feitas a pedido de uma empresa de leilões, sem documentação comprobatória e para criadores de fora de sua área de atribuições, com o registro de novos animais em rebanhos e a imediata expedição de guias de trânsito animal.

No curso da apuração, foram encontradas evidências das fraudes e do recebimento de vantagens indevidas pela servidora pública, que agiria no interesse de criadores e de uma empresa especializada em leilões de bovinos.

Os mandados foram cumpridos na residência da servidora pública, que já foi desligada da Adapar, e na residência do leiloeiro, onde também funciona a sede da empresa de leilões. Durante a execução das ordens judiciais um dos investigados foi preso por posse irregular de armas e munições. Com a medida, buscou-se obter mais informações sobre o motivo da inserção dos dados falsos nos sistemas de informações sanitárias do Estado, bem como identificar outras pessoas que teriam participado e se beneficiado das fraudes.
 

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(41) 3250-4226

Fonte: MPPR

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