Mãe e padrasto chutam e mordem bebê de 1 ano: 'Não parava de chorar'

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De acordo com informações das autoridades, o bebê apresentava hematoma na região ocular, ferimento na testa, marca de mordida na parte superior da...
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Foto: Reprodução/CGN

Por Fábio Wronski

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Um casal de 19 anos foi preso em flagrante nesta terça-feira (17), em Dourados, Mato Grosso do Sul, sob suspeita de agredir brutalmente um bebê de 1 ano e 8 meses, filho da mulher. A ação foi realizada em conjunto pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS) e pela Guarda Municipal de Dourados, após o bebê dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com múltiplas lesões graves.

De acordo com informações das autoridades, o bebê apresentava hematoma na região ocular, ferimento na testa, marca de mordida na parte superior das costas, dor intensa no membro inferior esquerdo e fratura no fêmur esquerdo, esta última confirmada por exame de imagem e que exigiu imobilização imediata.

A gravidade e o tipo das lesões não eram compatíveis com a versão inicialmente apresentada pelos responsáveis. Diante disso, a equipe médica acionou as forças de segurança. A Guarda Municipal realizou as primeiras diligências no local e acionou a Polícia Civil, que assumiu a condução da ocorrência e das investigações.

Em depoimento, tanto a mãe quanto o padrasto confessaram as agressões. Segundo relato do homem, os espancamentos foram motivados pelo fato de a criança não parar de chorar. Ele admitiu ter desferido chutes no rosto do bebê e arremessado a criança contra a cama, condutas que resultaram em parte significativa das lesões. A mãe, por sua vez, confessou ter mordido o filho nas costas.

A mulher foi detida em flagrante na própria UPA, enquanto acompanhava a internação do bebê. As investigações apontam que as agressões ocorreram na residência do casal. Durante diligência no local, foi possível individualizar a conduta de cada um dos envolvidos, conforme registros anexados aos autos.

Ambos foram autuados em flagrante pelo crime de maus-tratos. Diante da gravidade das agressões, da idade da vítima e de sua extrema vulnerabilidade, a Polícia Civil representou pela decretação da prisão preventiva dos suspeitos.

Com informações: Metrópoles.

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