
Drogas foram carregadas no Cascavel Velho e no Jardim Itália, diz PRF sobre van recheada com entorpecentes
Segundo ele, a abordagem aconteceu durante uma fiscalização de rotina. O motorista relatou que havia realizado uma coleta de mercadorias em Foz do Iguaçu e duas...
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Por Diego Cavalcante
A Polícia Rodoviária Federal divulgou novos detalhes sobre a apreensão de uma van carregada com drogas ocorrida na tarde desta quinta-feira (29), na base da corporação, às margens da BR-277, em Cascavel. As informações foram repassadas pelo policial rodoviário federal Dal Col, que acompanhou a ocorrência.
Segundo ele, a abordagem aconteceu durante uma fiscalização de rotina. O motorista relatou que havia realizado uma coleta de mercadorias em Foz do Iguaçu e duas em Cascavel, e que seguiria viagem para São Paulo, onde ainda faria novas coletas, além de ter carga com destino ao Espírito Santo. No entanto, durante a conferência da documentação, os policiais perceberam que uma das coletas feitas em Cascavel não possuía nota fiscal, sob a justificativa de que o documento seria enviado diretamente ao recebedor em São Paulo.
Diante da irregularidade, as equipes decidiram verificar as caixas. Ao abrir uma delas, já foi constatada a presença de diversas tabletes de maconha. Conforme Dal Col, essa coleta foi realizada no bairro Jardim Itália, em Cascavel, totalizando 12 caixas com maconha. Já a outra coleta, feita no bairro Universitário, envolvia três caixas, que também continham entorpecentes. Nessas caixas, os policiais encontraram haxixe, mesmo havendo nota fiscal, que indicava como mercadoria “Hortinas”, com destino ao Espírito Santo.
O policial explicou ainda que a droga estava muito bem camuflada, com uso de plástico folha, espuma expansiva para eliminar espaços internos e placas de isopor na parte superior das caixas, estratégia utilizada tanto para dificultar a visualização quanto para disfarçar o odor.
Além dos entorpecentes, a van transportava caixas de vinhos de origem estrangeira. De acordo com a PRF, essa carga será encaminhada à Receita Federal (Receita Federal) para verificação da regularidade da entrada no país, já que o motorista apresentou apenas nota fiscal de uma distribuidora de Foz do Iguaçu.
Sobre a situação do condutor, Dal Col afirmou que ele foi conduzido para os procedimentos legais, mas que não foi possível constatar, inicialmente, uma ligação direta dele com o tráfico. O motorista apresentou conversas e documentos que indicariam que os fretes foram repassados por uma transportadora de São Paulo, responsável apenas por informar os locais de coleta, sem contato direto com quem despachou a mercadoria.
A ocorrência segue sob investigação, e todo o material apreendido foi encaminhado à Polícia Civil para as providências cabíveis.
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