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Foto: Fábio Dias

PCPR indicia mulher por desvio de R$ 8,1 mil em pagamentos de mensalidades escolares em Ponta Grossa

A investigação apurou desvios de valores pagos por responsáveis financeiros de alunos de uma instituição de ensino. A investigada trabalhou como recepcionista no local entre maio...

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Por Diego Cavalcante

Foto: Fábio Dias

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu o inquérito e indiciou nesta segunda-feira (15) uma mulher, de 25 anos, por crimes contra o patrimônio e contra a fé pública, com prejuízo comprovado de R$ 8,1 mil em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais.

A investigação apurou desvios de valores pagos por responsáveis financeiros de alunos de uma instituição de ensino. A investigada trabalhou como recepcionista no local entre maio e setembro de 2025 e, durante o período, recebeu pagamentos de mensalidades, materiais escolares e supostos acordos, em conta bancária própria, informando que os valores seriam destinados à escola.

O caso foi identificado após os responsáveis serem cobrados por débitos que acreditavam quitados. A análise dos comprovantes apresentados indicou que os valores não foram repassados à instituição. As apurações apontaram o uso de mensagens por aplicativo para envio de links de pagamento, além da utilização de registros internos e e-mails para simular procedimentos da escola.

Foram identificados inicialmente três repasses, em agosto de 2025, nos valores de R$ 4,3 mil, R$ 1.063,72 e R$ 1 mil. Com a quebra de sigilo bancário, autorizada pela Justiça após representação, outros três repasses foram identificados, nos valores de R$ 216,94, R$ 655,35 e R$ 920 envolvendo outros responsáveis financeiros.

“A investigada foi desligada da função em setembro de 2025. Mesmo após o desligamento, manteve contato com responsáveis por meio de mensagens e e-mails. Em outubro de 2025, a instituição realizou notificação extrajudicial para restituição dos valores, o que não ocorreu”, explica o delegado da PCPR Derick Moura.

Durante o interrogatório, a mulher optou por permanecer em silêncio. Ela foi indiciada pelos crimes de apropriação indébita qualificada, estelionato, falsificação de documento particular, falsidade ideológica e inserção de dados falsos em sistema de informações, conforme o Código Penal.

O inquérito foi concluído e encaminhado ao Ministério Público para as providências legais.

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