O Brasil quer virar a página

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A eleição de 2026 ainda está distante, mas o debate começa agora — e o desejo da população é claro: nem Lula, nem Bolsonaro.
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Por Redação CGN

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Editorial CGN – A mais recente pesquisa eleitoral Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira, 13, revela com clareza o sentimento que cresce entre os brasileiros: o cansaço da polarização política e a busca por uma alternativa real para 2026. Os números falam por si só — 24% querem um nome que não esteja ligado nem a Lula nem a Bolsonaro, enquanto 17% desejam alguém de fora da política. Isso representa 41% da população ansiando por algo novo, diferente e eficaz. Esse dado não pode — e não deve — ser ignorado.

O recado é direto: o Brasil quer virar a página.

A polarização entre PT e bolsonarismo chegou a um ponto de saturação. De um lado, temos um governo Lula que insiste nas mesmas práticas populistas que afundaram a economia em mandatos anteriores, com aumento de gastos, aparelhamento do Estado e uma agenda ideológica que nada tem a ver com as reais necessidades da população brasileira. Do outro, o legado de Bolsonaro, embora marcado por importantes avanços econômicos e no combate à criminalidade, ainda carrega o desgaste da retórica incendiária e da dificuldade de construir pontes institucionais.

É natural que, entre esses dois extremos, surja a voz silenciosa da maioria: o brasileiro comum, que quer menos briga e mais resultado, menos ideologia e mais gestão, menos slogans e mais responsabilidade.

É neste cenário que nomes como Romeu Zema, Tarcísio de Freitas e Ratinho Junior ganham força e relevância. São líderes que, ao invés de gastar tempo em guerra cultural, decidiram governar com seriedade e foco em resultados.

Romeu Zema, em Minas Gerais, pegou um estado quebrado e o colocou de volta nos trilhos. Controlou as contas públicas, melhorou a eficiência do Estado e mostrou que é possível governar com responsabilidade fiscal e sensibilidade social. Sua gestão é prova de que a competência vence a retórica.

Tarcísio de Freitas, por sua vez, vem transformando São Paulo com uma administração técnica, pragmática e moderna. Seu domínio das engrenagens públicas e sua experiência como gestor federal são evidências de que ele está preparado para desafios ainda maiores. Seu nome já figura entre os mais promissores do cenário nacional — seja para disputar a presidência, seja para consolidar sua liderança no estado mais importante do país.

Mas é sobre Ratinho Junior que precisamos falar com mais atenção. No Paraná, Ratinho mostrou o que significa governar com equilíbrio. Deu continuidade ao ciclo de crescimento iniciado por Beto Richa, modernizou o estado, investiu em infraestrutura, tecnologia e inovação — sempre com um olhar atento às demandas regionais. Jovem, experiente e politicamente habilidoso, Ratinho construiu pontes com o setor produtivo e manteve um Estado estável mesmo diante das turbulências nacionais.

Erros? Claro que existem. Todo governante os comete. Mas o diferencial está na capacidade de aprender com eles, ajustar o rumo e seguir em frente com responsabilidade e maturidade — e isso Ratinho Junior demonstrou com sobras.

Enquanto isso, a esquerda parece aprisionada em um passado que não se sustenta mais. Sem nomes competitivos além de Lula, e com um projeto de poder cada vez mais baseado na dependência estatal, o PT insiste em políticas assistencialistas que comprometem o futuro em troca de dividendos eleitorais imediatos. O brasileiro começa a perceber que “ajuda” sem crescimento não tira ninguém da pobreza, apenas a administra eternamente — e isso é um crime contra a dignidade nacional.

O Brasil precisa de um novo capítulo. Um governo que una eficiência administrativa, compromisso com a responsabilidade fiscal, respeito às liberdades individuais e um olhar humano, mas não paternalista, para as reais dificuldades do povo.

A eleição de 2026 ainda está distante, mas o debate começa agora — e o desejo da população é claro: nem Lula, nem Bolsonaro. O Brasil não pode ser refém eterno de dois polos que se retroalimentam do conflito. Há espaço, há nomes e, sobretudo, há vontade popular para construir uma nova alternativa.

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