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Educação: Famílias devem se atentar para datas de envio e retirada das atividades

Com ano letivo em curso, professores acompanham o progresso dos alunos por meio de atividades remotas, que também servem como controle da frequência escolar... ...

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Por Ricardo Oliveira

O ano de 2020 tem sido desafiador para a maioria dos setores da sociedade, por conta de todas as mudanças que se fizeram necessárias no enfrentamento à pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19). A necessidade de se reinventar recaiu também sobre a educação, principalmente no diz respeito à Educação Infantil e às séries iniciais, em que a presença física do professor é ainda mais importante.

A Rede Municipal de Educação de Cascavel retomou o calendário escolar no dia 25 de maio por meio de atividades remotas e busca, com o esforço de todos os profissionais, manter o relacionamento entre as famílias e a escola, como forma de garantir que o conhecimento chegue até os alunos. A participação das famílias, porém, é fundamental para que o processo tenha êxito.
Para a diretora do Departamento Pedagógico da Secretaria de Educação, Rosane Brandalise Corrêa, a colaboração das famílias para que o aluno tenha acesso a estas atividades é fundamental. “A atividade remota é uma forma de manter o vínculo afetivo com o aluno e com a família. É necessário o esforço de todos para que a criança não perca esse laço, pois quando a criança realiza a atividade em casa, ela relembra conteúdos que já viu em sala de aula”, explica.

Educação Infantil
E quando se trata de Educação Infantil, a realização das atividades remotas é tão importante quanto é para as crianças que já estão em idade escolar obrigatória. A coordenadora da Educação Infantil da Semed, Cleonice Rodrigues de Souza, enfatiza que os encaminhamentos feitos pra a Educação Infantil visam manter a criança conectada ao ambiente escolar e que as atividades propostas podem facilmente ser agregadas ao dia a dia da criança. “O acervo de encaminhamentos propostos pelo professor, contemplados nas atividades remotas, incorporam ações desenvolvidas no ambiente familiar, as quais contribuem para a aprendizagem e desenvolvimento infantil”.

Entrega e retirada
Durante o período de suspensão das aulas presencias, as famílias são orientadas em relação à retirada das atividades novas, bem como a entrega das atividades realizadas pelos alunos. O processo de entrega e retirada ocorre a cada 15 dias, sendo que no intervalo destes dias a família poderá a qualquer momento entrar em contato com o professor ou demais profissionais da unidade para solucionar possíveis problemas ou sanar dúvidas. É possível ir pessoalmente até a unidade escolar, fazer contato telefônico, ou até mesmo por meio do whatsapp.

É fundamental que as famílias mantenham ativo o contato com as escolas e Cmeis, que participem da vida escolar das crianças ainda mais ativamente neste período e que se atendem aos prazos estabelecidos nas unidades para cada faixa etária ou série escolar.

Evasão escolar
Outro aspecto que deve ser considerado pelas famílias é que a retirada e a entrega das atividades, além de garantir a continuidade do aprendizado, também é uma forma de registrar a frequência do aluno, tendo em vista que o ano letivo está em curso. Quando a família não cumpre com os prazos de entrega e retirada das atividades, tal atitude implica em falta para o aluno, conforme explica a gerente da Divisão de Documentação Escolar e Estatística, Cristini Colleoni Cavalca. “Nós estamos utilizando as atividades remotas para computar a carga horária necessária para o cumprimento do ano escolar. Se uma criança não realiza esta atividade, ela vai acabar levando falta, e nesse momento de pandemia nós estamos atrelando o Programa de Prevenção e Combate à Evasão Escolar com a realização ou não destas atividades”.

Cristini também lembra que o Programa de Prevenção e Combate à Evasão Escolar é responsável pelo primeiro contato com as famílias nos casos de faltas recorrentes, de forma a identificar casos de evasão escolar e dar os encaminhamentos necessários para que os direitos da criança sejam garantidos. “Quando as atividades não chegam até os nossos alunos e quando os responsáveis não dão um retorno para a unidade escolar, este caso poderá ser encaminhado para outros órgãos competentes, como Conselho Tutelar e Ministério Público, pois nós precisamos garantir, acima de tudo, a segurança e o acesso ao conhecimento aos nossos alunos da Rede Pública”, conclui.

Assessoria

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