
“Bateu na minha cabeça e colocou na torneira” diz criança de 3 anos agredida por professora
A mulher relatou para a PC (Polícia Civil) que ela compareceu na segunda-feira (15) no CMEI Professora Gracinda Rocha, no Interlagos, para buscar a filha ao...
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Por Katiane Fermino
Na tarde desta terça-feira (30) chegou ao conhecimento da equipe da CGN, que uma mãe fez um BO (Boletim de Ocorrência) no dia 17 de setembro, em relação a uma suposta agressão que sua filha, de apenas três anos, teria passado no dia 15 de setembro.
A mulher relatou para a PC (Polícia Civil) que ela compareceu na segunda-feira (15) no CMEI Professora Gracinda Rocha, no Interlagos, para buscar a filha ao término das atividades escolares, e ao retornar para casa observou que a criança estava com um comportamento diferente, apresentava traços de tristeza.
Por isso, a mãe questionou a menina o motivo dela estar tão abatida. A criança respondeu que “a prof me brigou” e ainda acrescentou que a educadora “bateu na minha cabeça e colocou minha cabeça na torneira”.
A mulher questionou qual teria sido o motivo da professora fazer isso, a menina disse que foi “porque eu abri muito a torneira” e na sequência a pequena relatou para a mãe que a educadora “ficou brava e me brigou, me bateu na minha cabeça”.
Depois de entender o que havia ocorrido, a mãe da menina procurou a coordenação do CMEI, ela relatou que foi atendida pela coordenadora, e a criança teria contado em detalhes também para a diretora o que teria ocorrido com a professora no horário de aula.
No dia seguinte a agressão, o pai da criança foi até o centro educacional e foi informado pela direção que e os fatos seriam encaminhados ao Conselho Tutelar. Posteriormente a mãe entrou em contato com o Conselho Tutelar da Região Leste, lá ela foi orientada a fazer um B.O. para que fossem tomadas as medidas legais.
Posicionamento da Semed
Na tarde desta terça-feira (30) a equipe da CGN entrou em contato com a Secom (Secretaria de Comunicação) para entender qual é o posicionamento e as ações efetuadas pela Semed (Secretaria Municipal de Educação).
A Semed esclarece que, em relação ao caso registrado no CMEI, no mesmo dia em que a família procurou a instituição, a equipe gestora acionou a assessoria pedagógica da Semed, que orientou pela realização de oitivas com todas as profissionais da turma, realizando os devidos registros em ata.
“Mesmo sem a comprovação dos fatos, em cumprimento a legislação vigente, de imediato foi encaminhada ficha de referência ao conselho Tutelar e Nucria seguindo os protocolos previstos. Todo o procedimento foi formalizado por meio de atas, que seguiram para análise da Corregedoria Municipal para abertura de sindicância com intuito de apurar os fatos.”
Nota oficial da Semed
Eles ainda disseram que até o momento, não havia nenhum registro de reclamação com relação ao trabalho da professora. A Semed ressaltou que mantém acompanhamento pedagógico intensivo da turma, orienta a equipe gestora a proceder com registros necessários caso surjam novas demandas e, acima de tudo, preserva a integridade das crianças.
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