
‘Não tenho pra onde ir’: Mulher aceita ex de volta, não retira medida protetiva e caso vai parar na Delegacia
No local, os policiais encontraram a vítima e seu filho, de quatro anos de idade. Segundo relato da vítima, o convivente — posteriormente identificado — teria...
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Por Fábio Wronski
A Polícia Militar de Guaíra realizou, na terça-feira (26), uma visita preventiva comunitária a uma vítima de violência doméstica, no âmbito da Patrulha Maria da Penha. A ação ocorreu em decorrência de fatos registrados previamente no boletim de primeira intervenção.
No local, os policiais encontraram a vítima e seu filho, de quatro anos de idade. Segundo relato da vítima, o convivente — posteriormente identificado — teria agido motivado por ciúmes, caracterizando o episódio como um fato isolado. Ao ser questionada sobre o paradeiro do convivente, a vítima informou que ele se encontrava no interior da residência.
A vítima declarou possuir medida protetiva de urgência (MPU) em desfavor do autor. Ela relatou que, ao informar o convivente sobre a existência da MPU, ele afirmou que não deixaria o local, alegando não ter outro lugar para morar. Diante da situação, a vítima acabou aceitando a permanência do autor na residência.
A equipe policial, com apoio da Guarda Municipal, confirmou a vigência da medida protetiva por meio do sistema PROJUDI. O autor foi chamado e confirmou os fatos, declarando estar ciente da MPU, mas reiterando não dispor de alternativa de moradia.
Em razão do descumprimento da decisão judicial que estabelece medidas protetivas de urgência, a equipe encaminhou os envolvidos à 13ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) para a adoção das providências cabíveis. O filho da vítima permaneceu sob os cuidados da avó.
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