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Vereador e irmão de ex-prefeito na mira do Gaeco por fraude milionária no Paraná

A operação foi autorizada pela Vara Criminal de Cianorte e tem como alvos agentes públicos e empresários. Foram cumpridos nove mandados de prisão temporária, 14 mandados...

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Por Fábio Wronski

O Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio do núcleo de Umuarama do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou nesta terça-feira, 26 de agosto, a Operação Pandora. A ação tem como objetivo investigar possíveis crimes de associação criminosa, fraude à licitação e peculato praticados no município de São Tomé, localizado no Noroeste do estado.

A operação foi autorizada pela Vara Criminal de Cianorte e tem como alvos agentes públicos e empresários. Foram cumpridos nove mandados de prisão temporária, 14 mandados de busca e apreensão e dois de sequestro de bens. Além disso, houve determinações judiciais para o bloqueio de contas bancárias, imóveis e veículos.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos documentos (anotações), oito aparelhos celulares, cheques, R$ 10.952,00 em espécie e uma arma de fogo irregular. Todo o material recolhido será submetido à perícia e análise, podendo ser utilizado como elemento de prova nas investigações.

De acordo com o MPPR, as investigações indicam que parte dos investigados, empresários que atuavam como fornecedores do município de São Tomé, realizou diversas transferências bancárias irregulares para outros dois investigados: um vereador e o irmão de um ex-prefeito. O montante dessas transferências supera o valor de R$ 1 milhão.

A Operação Pandora contou com o apoio da Polícia Civil, por meio da 21ª Subdivisão Policial de Cianorte.

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