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Funcionário de farmácia é investigado por importunação sexual

Segundo a vítima, o autor, identificado como funcionário da farmácia, de 43 anos de idade, agiu de forma ríspida e sem consentimento, abaixando o shorts da...

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Por Isabella Chiaradia

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Um caso de importunação sexual registrado em uma farmácia de Umuarama mobilizou a Polícia Militar na noite do sábado (23). De acordo com relatos da vítima, uma mulher de 29 anos, o crime ocorreu por volta das 19h na Avenida Paraná, quando ela se dirigia à sala de aplicação para receber uma medicação injetável.

Segundo a vítima, o autor, identificado como funcionário da farmácia, de 43 anos de idade, agiu de forma ríspida e sem consentimento, abaixando o shorts da vítima e tocando suas partes íntimas, deixando-a constrangida e em choque. A mulher relatou que nunca havia vivido situação semelhante e que o episódio causou grande abalo emocional.

Após receber a denúncia por meio da central da Polícia Militar, a equipe se deslocou ao estabelecimento, mas o acusado já havia se evadido do local, não sendo encontrado no momento da chegada dos policiais.

Diante da gravidade do caso, a Polícia Civil instaurou um inquérito policial, que foi encaminhado imediatamente para a Delegacia da Mulher de Umuarama, especializada em investigar crimes contra a dignidade sexual. As autoridades locais destacaram que o funcionário da farmácia já foi identificado e deverá ser intimado nos próximos dias para prestar esclarecimentos.

A Delegacia da Mulher informou que dará seguimento às investigações, reunindo depoimentos, imagens de câmeras de segurança e outros elementos que possam comprovar o crime. O objetivo é garantir que o caso seja apurado com rigor e que a vítima tenha a proteção necessária, além de responsabilizar o autor conforme previsto na legislação.

O episódio reforça a importância da denúncia imediata em situações de importunação sexual, especialmente em locais públicos ou de atendimento à população. A polícia e órgãos de proteção à mulher reforçam que medidas de acolhimento, registro de ocorrência e investigação rigorosa são essenciais para coibir crimes dessa natureza e garantir a segurança da população feminina.

As autoridades lembram que, em casos de emergência ou risco imediato, a população deve acionar o 190 ou procurar imediatamente a Delegacia da Mulher mais próxima.

Fonte: Tribuna Hoje

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