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Câmara de Vereadores emite nota após Operação Tanque Cheio deflagrada pelo Gaeco em Quedas

Segundo nota oficial divulgada pela Câmara, as diligências envolveram o diretor legislativo Paulo Fabiane. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência do servidor,...

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Por Fábio Wronski

A Câmara de Vereadores de Quedas do Iguaçu, município localizado no Centro Sul do Paraná, foi alvo, nesta sexta-feira (22 de agosto), de diligências do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), na segunda fase da Operação Tanque Cheio. A ação investiga possíveis crimes relacionados à compra de combustíveis pela Casa Legislativa.

Segundo nota oficial divulgada pela Câmara, as diligências envolveram o diretor legislativo Paulo Fabiane. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência do servidor, em estrita observância às determinações judiciais. No local, foram apreendidos R$ 35 mil em espécie, um telefone celular e uma munição irregular. Todo o material recolhido será submetido a perícia e análise, juntamente com itens apreendidos na fase anterior da operação.

Além da busca e apreensão, o Juízo competente determinou o afastamento cautelar do diretor de suas funções, como medida para impedir a continuidade da utilização do cargo público para a prática de eventuais crimes.

A Câmara informou que está colaborando integralmente com as investigações e permanece à disposição das autoridades para esclarecimentos adicionais. Ressaltou ainda que todos os documentos fiscais, licitações e contratos estão disponíveis para consulta pública e que as atividades legislativas seguem normalmente, com respeito às normas legais e compromisso com a população.

A segunda fase da Operação Tanque Cheio decorre das diligências da primeira etapa, realizada em 13 de agosto, quando sete mandados de busca e apreensão foram executados. Conforme as provas colhidas, o diretor legislativo é apontado como responsável pela gestão da frota de veículos oficiais e pela distribuição de combustível entre vereadores e pessoas que não integram o Legislativo local.

A investigação do Gaeco teve início em abril de 2023, após denúncia anônima sobre possível superfaturamento de notas fiscais da Câmara. Diligências preliminares confirmaram irregularidades na aquisição de combustível, incluindo consumo incompatível com a realidade do município.

Os trabalhos investigativos prosseguem com a análise do material apreendido e aprofundamento das apurações quanto ao possível envolvimento de outros agentes públicos e particulares.

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