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“Num governo que tiver alguém passando fome tem que decapitar o presidente”, diz Lula após Brasil deixar mapa da fome

“Eu fui comer pão pela primeira vez aos sete anos de idade, porque onde eu nasci nem tinha dinheiro nem lugar para comprar. E ainda meu...

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Por Diego Cavalcante

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se emocionou ao relembrar momentos de sua infância e juventude, marcados pela fome e pelas dificuldades financeiras. Durante reunião do Conselho Nacional de Segurança Alimentar, no Palácio do Planalto, ele contou que chegou a “imaginar comer um sanduíche de mortadela dos colegas” quando trabalhava como metalúrgico em Santos (SP).

“Eu fui comer pão pela primeira vez aos sete anos de idade, porque onde eu nasci nem tinha dinheiro nem lugar para comprar. E ainda meu pai havia abandonado minha mãe quando ela estava grávida de mim”, relatou o presidente, que precisou interromper o discurso pela emoção.

Lula destacou que o combate à fome não pode ser tratado apenas como prioridade de um governo, mas como uma responsabilidade permanente do Estado brasileiro. “Não deveria ser apenas um compromisso governamental, deveria ser uma obrigatoriedade constitucional. Se num governo houver gente passando fome, é o presidente quem deve ser responsabilizado”, declarou.

O presidente também celebrou a retirada do Brasil do Mapa da Fome, anunciada pela ONU (Organização das Nações Unidas) no fim de julho, mas reforçou que a conquista só será sustentável se o tema permanecer acima de disputas ideológicas e partidárias. “Num governo que tiver alguém passando fome tem que decapitar o presidente”.

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