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MPPR destina R$ 2 milhões em equipamentos apreendidos em operação deflagrada pelo Gaeco para segurança pública

Para o procurador-geral de Justiça, Francisco Zanicotti, a ação simboliza a força da colaboração entre as instituições. "O mais importante é a identidade de propósito na......

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Por Ministério Público do Paraná

O Ministério Público do Paraná formalizou, nesta terça-feira, 12 de agosto, a doação de 1.315 aparelhos de telefone celular para 18 instituições de segurança pública e com atuação na área social do Paraná. Os equipamentos, avaliados em aproximadamente R$ 2 milhões, foram apreendidos durante a Operação Transporter, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em junho deste ano, e agora irão reforçar o trabalho de órgãos como a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), a Corregedoria-Geral da Polícia Militar, a Casa Militar e o Comando-Geral da PM. Os aparelhos serão utilizados em serviços essenciais, como o atendimento de ocorrências pelo 190, e também em atividades de inteligência.

Áudio do procurador-geral de Justiça, Francisco Zanicotti

Áudio do procurador de Justiça Cláudio Rubino Zuan Esteves

Áudio do promotor de Justiça Marcelo Alessandro da Silva Gobatto

Áudio do comandante-geral da PMPR, Jefferson Silva

Para o procurador-geral de Justiça, Francisco Zanicotti, a ação simboliza a força da colaboração entre as instituições. “O mais importante é a identidade de propósito na proteção da população paranaense. O MPPR, por meio do Gaeco, se soma às polícias para que o Paraná seja um estado onde a população se sinta cada vez mais segura”, afirmou.

Cooperação – A destinação dos equipamentos foi resultado de um trabalho conjunto que envolveu os núcleos do Gaeco de Maringá e Cascavel e o Poder Judiciário. “Conseguimos unir a apreensão desses materiais com o seu melhor uso para a sociedade”, explicou o coordenador estadual do Gaeco, o procurador de Justiça Cláudio Rubino Zuan Esteves. Além das sedes da PM e Sesp em Curitiba, também foram beneficiados órgãos públicos em Ubiratã, Cascavel e Maringá.

Durante a entrega, o promotor de Justiça Marcelo Alessandro da Silva Gobatto, que coordena a unidade do Gaeco em Maringá, detalhou como a Operação Transporter viabilizou a doação dos aparelhos. Ele destacou o sucesso da colaboração entre os estados envolvidos e a agilidade do processo. “Foi uma operação bem-sucedida graças à atuação conjunta com diversas instituições, como as polícias e o Gaeco de São Paulo, e à rapidez da Justiça em definir a destinação dos bens. É gratificante poder entregar essas ferramentas para que o policial possa realizar seu trabalho da melhor forma”, afirmou. Além dos celulares, a operação também apreendeu outros bens, como veículos e imóveis. Outra frente da ação foi a celebração de um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) com parte dos investigados, que resultou no pagamento de R$ 525 mil aos cofres públicos.

Operação Transporter – Deflagrada em junho deste ano, a operação investigou uma organização criminosa por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. As investigações, conduzidas pelos núcleos do Gaeco em Maringá e Cascavel desde maio de 2023, identificaram um crescimento financeiro atípico de um dos alvos, que realizava voos frequentes e suspeitos entre o Paraná e São Paulo. A ação contou com o apoio do Gaeco de São Paulo e cumpriu dezenas de mandados judiciais. Na época, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão domiciliar, 11 de busca pessoal e um de monitoramento eletrônico, além da suspensão de dois passaportes.

A entrega oficial foi realizada com a participação do procurador-geral de Justiça Francisco Zanicotti, do coordenador estadual do Gaeco, procurador de Justiça Cláudio Rubino Zuan Esteves, do comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva, do delegado da Polícia Civil do Paraná, Fernando Tino Zanoni, do subdiretor do Departamento de Inteligência do Estado do Paraná (DIEP), major Fernando Frizzen, do tenente-coronel Wagner Henrique Blum, da Corregedoria da PMPR e do promotor de Justiça, Marcelo Alessandro da Silva Gobatto, do Gaeco de Maringá.

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Fonte: MPPR

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