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Foto: Reuters

Babá decapita criança, exibe cabeça e diz ter obedecido ordens de Alá

Segundo relatos de testemunhas, Bobokulova foi vista segurando a cabeça da criança e gritando frases em árabe como “Alá é grande” e “Sou uma terrorista”, causando...

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Por Silmara Santos

Foto: Reuters

Moscou, Rússia – Uma babá identificada como Gulchejra Bobokulova, de 39 anos e natural do Uzbequistão, foi detida na segunda-feira (21) após decapitar uma menina de quatro anos sob seus cuidados e exibir a cabeça da vítima nas proximidades de uma estação de metrô em Moscou. O crime chocou a população local e repercutiu internacionalmente.

Segundo relatos de testemunhas, Bobokulova foi vista segurando a cabeça da criança e gritando frases em árabe como “Alá é grande” e “Sou uma terrorista”, causando pânico entre os transeuntes, que temeram a possibilidade de um atentado terrorista. A polícia russa interveio rapidamente, contendo a mulher, que chegou a ser atirada ao chão no momento da prisão.

As autoridades informaram que a babá trabalhava para uma família moscovita e cometeu o crime quando os pais da vítima haviam saído de casa com o filho mais velho. Após matar e decapitar a criança, Bobokulova incendiou o apartamento da família antes de fugir para a rua.

Na última quarta-feira (23), a acusada foi levada ao tribunal, onde reconheceu a autoria do crime e afirmou ter agido obedecendo ordens de Alá, ainda que demonstrasse arrependimento pelo ato. Durante o depoimento, Bobokulova, de cabeça descoberta e com comportamento aparentemente relaxado, chegou a bocejar ocasionalmente, em contraste com sua postura no dia do crime, quando vestia preto e usava um hijab.

Sentada na jaula de metal reservada aos réus nos tribunais russos, declarou: “Sou mensageira de Alá. Olá a todos”.

Investigadores apuram se Bobokulova teria sido instigada por outras pessoas a cometer o crime. A mulher, divorciada e mãe de três filhos, permanece sob custódia enquanto as investigações prosseguem.

As imagens da babá exibindo a cabeça da criança circularam amplamente nas redes sociais e na imprensa internacional. Entretanto, canais de televisão estatais russos optaram por não noticiar o caso, decisão respaldada pelo Kremlin sob a justificativa de que as cenas seriam fortes demais para o público.

Fonte: Repórter MT

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