Sextou com céu fechado, vento abusado e termômetro tímido em Cascavel

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Os termômetros marcaram 12ºC nas primeiras horas, apesar da previsão indicar mínima de 13ºC.
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Foto: Diego Cavalcante

Por Diego Cavalcante

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Cascavel amanheceu nesta sexta-feira (25) no modo “repete a quinta, só que de leve“. A cidade segue embalada pelo som dos pingos de chuva que resolveram estender o show solo por mais um dia — uma espécie de turnê da água, só que sem ingresso e com frio de camarote.

Os termômetros marcaram 12ºC nas primeiras horas, apesar da previsão indicar mínima de 13ºC. A máxima até pode chegar a uns tímidos 21ºC, mas não se empolgue: o sol parece ter saído do grupo do zap da família. O céu está completamente coberto e nublado, do jeitinho que faz a gente esquecer como é a cor azul lá de cima. A neblina deixa a paisagem muito mais fosca.

Durante a madrugada, a cidade recebeu uma chuva fininha, quase poética, daquelas que caem como trilha sonora de um filme francês. O problema é que essa poesia tem consequências: já foram acumulados 6,9 mm de precipitação, e o número pode subir, já que a previsão aponta para mais pingos de chuva ao longo do dia.

O vento, por sua vez, resolveu mostrar quem manda, com rajadas podendo chegar aos 52 km/h. Sim, cinquenta e dois. O suficiente pra te dar aquele tapa de realidade ao abrir a porta e repensar suas decisões de vida. Hoje é o tipo de dia que seu guarda-chuva vai pedir férias.

Com umidade relativa entre 62% e 95%, sair de casa é como entrar num episódio especial de “A Vida Secreta das Galochas”. Nem o frizz escapa ileso. Se você tiver compromissos, vá. Mas saiba: Cascavel hoje parece cenário de filme de suspense, daqueles que começam com uma garoa e terminam com a pessoa tropeçando no próprio destino.

E olha que curioso: o sábado pode dar uma trégua, prometendo solzinho para quem já está de bode com o tempo fechado. Mas nem pense em fazer planos ousados pro fim de semana — o domingo já mandou avisar que vem com chuva. Ou seja: o sábado será tipo aquele intervalo entre dois boletos.

Portanto, a dica é: abrace o clima. Não dá pra secar a nuvem no grito. Só nos resta torcer para que a próxima estação nos traga menos guarda-chuva virado e mais vitamina D. Até lá, seguimos molhados, ventando, e com o Google aberto em busca de passagens para qualquer lugar mais seco.

A realidade é que a gente não gosta muito de se molhar, mas tem ciência da importância que esta chuvinha abençoada trás, principalmente ao “homem do campo”, que provém o sustento da cidade!

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