
Desigualdade social acelera envelhecimento, diz estudo internacional
A pesquisa, conduzida por 41 cientistas incluindo três brasileiros apoiados pelo Instituto Serrapilheira, analisou dados de quase 162 mil participantes de 40 países usando inteligência...
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Por Katiane Fermino
Um estudo publicado na Nature Medicine descobriu que fatores como instabilidade política, poluição do ar e alta desigualdade social aceleram o envelhecimento cerebral, que é medido pela diferença entre a idade biológica e a esperada baseada na saúde e cognição.
A pesquisa, conduzida por 41 cientistas incluindo três brasileiros apoiados pelo Instituto Serrapilheira, analisou dados de quase 162 mil participantes de 40 países usando inteligência artificial. Os resultados desafiam a visão de que o envelhecimento é influenciado apenas por genética e estilo de vida, destacando que o local de residência pode acelerar esse processo, especialmente em países com desigualdades e democracias frágeis.
Fatores como baixa renda, má qualidade do ar, desigualdade de gênero, problemas políticos e corrupção aumentam o envelhecimento, enquanto regiões mais estáveis, como Europa e Ásia, apresentam envelhecimento mais lento. Os autores enfatizam a necessidade de políticas públicas voltadas para diminuir desigualdades sociais e promover um envelhecimento mais saudável, reconhecendo o impacto do ambiente social e político sobre a saúde cerebral.
Fonte: Agência Brasil
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