Cientistas testam "Super Viagra": novo comprimido promete ação mais rápida e menos efeitos colaterais que

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Publicado no dia 8 de julho na Journal of Sexual Medicine, o estudo acompanhou 765 homens entre 30 e 70 anos durante 12 semanas.
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Imagem ilustrativa gerada por IA/Diego Cavalcante

Por Diego Cavalcante

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Um novo medicamento experimental para tratar disfunção erétil tem chamado atenção da comunidade científica por apresentar efeitos mais rápidos e menos efeitos colaterais que o tradicional Viagra. Batizado de simenafil, o comprimido demonstrou resultados promissores em um estudo clínico conduzido por pesquisadores do Primeiro Hospital da Universidade de Pequim.

Publicado no dia 8 de julho na Journal of Sexual Medicine, o estudo acompanhou 765 homens entre 30 e 70 anos durante 12 semanas. Os voluntários, diagnosticados com disfunção erétil, foram divididos em grupos que receberam simenafil ou sildenafil — o princípio ativo do Viagra. Segundo os cientistas, o novo medicamento começou a agir em apenas 15 minutos após a ingestão, bem mais rápido do que o sildenafil, cujo efeito pode demorar até uma hora.

“Houve melhora significativa na satisfação sexual, no desejo, na função orgástica e na percepção geral de bem-estar durante o ato”, escreveram os autores do estudo. Além disso, o simenafil teve menor incidência de efeitos colaterais como náuseas, dores de cabeça e desconforto estomacal, comuns entre usuários do Viagra.


O que é disfunção erétil?

A disfunção erétil é definida como a incapacidade persistente de alcançar ou manter uma ereção satisfatória para a relação sexual. Pode ser causada por problemas circulatórios, hormonais, neurológicos, efeitos de medicamentos ou questões psicológicas como ansiedade, estresse e depressão.

Além disso, pode ser o primeiro sinal de doenças mais sérias, como hipertensão ou aterosclerose, por isso investigar a causa é fundamental. O tratamento costuma envolver medicamentos como sildenafil (Viagra) ou tadalafil (Cialis), além de mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, psicoterapia.

A condição afeta a autoestima e os relacionamentos, e adotar hábitos saudáveis, como praticar exercícios físicos, manter uma boa alimentação e evitar o tabaco, pode ajudar tanto na prevenção quanto no tratamento.


Com os bons resultados iniciais, os pesquisadores acreditam que o simenafil pode se tornar uma alternativa viável e mais confortável para quem convive com a condição. “Acreditamos que o simenafil será uma nova e eficaz opção terapêutica”, afirmaram os autores.

O medicamento ainda passará por análises de agências reguladoras. Se aprovado, poderá representar um avanço no cuidado da saúde sexual masculina — especialmente para homens que buscam efeito rápido, maior conforto e menos reações adversas. Até lá, especialistas reforçam: problemas de ereção devem ser levados a sério e tratados com acompanhamento médico.

Com informações do Metrópoles

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