Empresário é fuzilado com mais de 20 tiros em casa

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Segundo informações do delegado Gerson Oliveira, plantonista da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), nenhum objeto foi levado do imóvel, o que afasta a possibilidade de roubo como motivação para o crime.
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Foto: CM7 Brasil

Por Silmara Santos

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Manaus – A Polícia Civil do Amazonas descartou a hipótese de latrocínio – roubo seguido de morte – na execução do empresário Severino Gomes das Mercês, de 69 anos, morto com mais de 20 tiros dentro de sua residência, na madrugada desta quinta-feira (17), na rua José Praxedes, no Conjunto Duque de Caxias, bairro Flores, zona centro-sul de Manaus.

Segundo informações do delegado Gerson Oliveira, plantonista da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), nenhum objeto foi levado do imóvel, o que afasta a possibilidade de roubo como motivação para o crime. “A princípio, está descartada a hipótese de latrocínio. Nada foi levado do imóvel”, afirmou o delegado em entrevista à imprensa, ainda no local do crime.

Testemunhas relataram que os autores chegaram ao imóvel durante a madrugada, anunciando serem policiais civis. Severino estava em casa com a neta e, segundo relatos, teria tentado reagir com uma arma de fogo, mas acabou sendo atingido por diversos disparos e morreu no local.

Câmeras de segurança de uma residência vizinha registraram a fuga dos suspeitos logo após os tiros. As imagens já estão em posse da DEHS, que trabalha para identificar os autores e entender a real motivação da execução.

A neta do empresário, que presenciou toda a ação, não ficou ferida e será ouvida nos próximos dias pela equipe de investigação. A Polícia Civil informou que segue investigando outras linhas, entre elas crime premeditado, execução ou possível desavença pessoal, mas, por enquanto, nenhuma hipótese é descartada.

O corpo de Severino foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) e o caso segue sob investigação da DEHS. Informações que possam ajudar na elucidação do crime podem ser repassadas, de forma anônima, pelo disque denúncia 181.

Fonte: CM7 Brasil

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