Santander: IPCA de junho foi qualitativamente melhor do que o número cheio indica

Conforme divulgou o IBGE na manhã desta quinta-feira, 10, o IPCA desacelerou de 0,26% em maio para 0,24% em junho, acima da mediana das estimativas coletadas...

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Por Agência Estado

As aberturas qualitativas do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho apontam um cenário mais benigno para a inflação do que o número cheio do índice, na avaliação do economista Adriano Valladão, do Santander Brasil. “Em termos qualitativos, parece que o pior já passou”, escreveu em nota distribuída à imprensa.

Conforme divulgou o IBGE na manhã desta quinta-feira, 10, o IPCA desacelerou de 0,26% em maio para 0,24% em junho, acima da mediana das estimativas coletadas pelo Projeções Broadcast, de 0,20%. No acumulado em 12 meses, a inflação atingiu 5,35%, mais uma vez acima do teto da meta, de 4,5%.

Entre os números que justificam a visão positiva sobre o resultado, a despeito da surpresa com o resultado cheio, Valladão cita que a inflação dos bens industriais básicos moderaram de 4,2% para 3,2%, pela métrica dos últimos três meses anualizada e dessazonalizada. Também por essa métrica, Valladão aponta que a média dos cinco principais núcleos de inflação acompanhados pelo BC caiu de 5,1% para 4,4%.

Houve, ainda, arrefecimento nos serviços inerciais (7,4% para 6,5%) e nos intensivos em mão de obra (6,4% para 6,2%), de acordo com os cálculos do banco.

Valladão também aponta que o índice de difusão do IPCA caiu de 59,3% para 58,7%, nível “consistente” com inflação próxima de 5% no médio prazo.

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