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Foto: Ilustrativa/ Arquivo

Doze presos: MP denuncia quadrilha de drogas e armas chefiada por paraguaia de 24 anos na Região Oeste

Segundo informações prestadas pela promotora de justiça Renata Melo Boaventura, a denúncia envolve a atuação do grupo criminoso no município na Região Oeste do Estado. ...

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Por Fábio Wronski

Foto: Ilustrativa/ Arquivo

O Ministério Público do Paraná (MPPR) apresentou denúncia criminal contra 12 pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas na região Oeste do estado. A ação é resultado das investigações conduzidas no âmbito da Operação Teia, deflagrada em novembro de 2024, e da Operação Retomada, iniciada pela Polícia Civil em 18 de junho.

Segundo informações prestadas pela promotora de justiça Renata Melo Boaventura, a denúncia envolve a atuação do grupo criminoso no município na Região Oeste do Estado.

“Trata-se de uma denúncia resultado de duas operações realizadas pela Polícia Civil em que foram denunciadas 12 pessoas pela prática do crime de organização criminosa com atuação na [Região Oeste do Paraná]. Os outros 20 fatos narrados na inicial dão conta da prática de crimes de tráfico de drogas, porte e posse legal de arma de fogo. A denúncia teve como aporte probatório a análise das extrações de dados telemáticos dos envolvidos. A organização era investigada por uma estrangeira paraguaia de apenas 24 anos de idade. Os denunciados encontram-se presos preventivamente”, detalhou a promotora.

A Promotoria de Justiça da comarca detalhou que a denúncia abrange 21 fatos criminosos, incluindo delitos de organização criminosa, tráfico de drogas, além de posse e porte irregular de armas de fogo. Entre os denunciados estão oito homens e duas mulheres, incluindo a suposta líder do grupo, uma paraguaia de 24 anos. Todos os acusados estão presos preventivamente.

As investigações que subsidiaram a denúncia tiveram como base a análise de extrações de dados telemáticos dos investigados, permitindo identificar a estrutura e a dinâmica da organização criminosa. O MPPR segue acompanhando o caso, que tramita sob segredo de justiça.

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