Polícia Federal apreendeu R$ 1.354.600,00 em espécie durante Operação Specula

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Durante a operação, foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão, todos no município de Foz do Iguaçu.
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Foto: Reprodução/CGN

Por Fábio Wronski

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A Polícia Federal confirmou a apreensão de R$ 1.354.600,00 em espécie durante a Operação Specula, deflagrada na manhã desta quinta-feira (3). A ação teve como objetivo desarticular uma organização criminosa dedicada ao tráfico internacional de drogas, especialmente maconha e cocaína, com atuação em Foz do Iguaçu, no Paraná.

Durante a operação, foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão, todos no município de Foz do Iguaçu. No total, quatro pessoas foram presas.

As investigações tiveram início em outubro de 2024, após a identificação de movimentações suspeitas em um galpão localizado no bairro Parque da Lagoa, utilizado como entreposto para armazenamento e distribuição de entorpecentes. Segundo a Polícia Federal, as drogas eram transportadas para diversos estados do país em caminhões com compartimentos ocultos, como fundos falsos e pneus, além da utilização, em algumas ocasiões, de cal hidratada para mascarar o odor dos entorpecentes.

Ao longo das investigações, foram realizadas cinco apreensões de drogas, totalizando 6.288 quilos de maconha e 108 quilos de cocaína. Além disso, quatro pessoas foram presas em flagrante e dez veículos foram apreendidos.

Em um dos episódios investigados, o grupo utilizou um caminhão dos Correios para dissimular o transporte ilícito. Também foi identificado o uso de motoristas batedores, que percorriam o trajeto à frente dos veículos carregados com drogas, repassando informações em tempo real sobre a presença de barreiras policiais.

Além do valor milionário em espécie, a operação resultou na apreensão de cinco carros, três motos aquáticas, um quadriciclo, aparelhos telefônicos e documentos.

O nome da operação, Specula, tem origem no latim e significa “ponto de observação”, em referência à função estratégica do galpão utilizado pela organização criminosa.

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