Prefeito Renato Silva promete "revolução" na habitação utilizando terrenos baldios de Cascavel

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O prefeito expressou sua insatisfação com a situação atual, afirmando que uma de suas principais preocupações é o que fazer com os muitos terrenos baldios existentes no município.

Por Silmara Santos

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Durante a cerimônia de doação de lotes da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) ao Município, ocorrida na manhã desta quarta-feira (18), o Prefeito Renato Silva trouxe à tona uma questão que tem sido uma luta persistente desde o governo anterior: a questão dos terrenos baldios na cidade.

O prefeito expressou sua insatisfação com a situação atual, afirmando que uma de suas principais preocupações é o que fazer com os muitos terrenos baldios existentes no município. Renato Silva destacou que essa é uma luta que vem de muitos anos e que pretende fazer uma “revolução” na habitação.

Renato Silva também fez questão de reconhecer os esforços do ex-prefeito Leonaldo Paranhos, que, segundo ele, foi um dos melhores prefeitos que Cascavel já teve e fez muitos avanços para a cidade. No entanto, a questão dos terrenos baldios ainda é um desafio a ser superado.

O prefeito mencionou também uma conversa que teve com Jorge Lange, Presidente da Cohapar, antes mesmo de assumir a prefeitura. Na ocasião, Renato Silva pediu a ajuda de Lange para realizar a construção de 10 mil casas, um desejo que ele compartilhou com o governador em uma reunião posterior que também contou com a presença do Deputado Gugu Bueno.

“Eu era vice ainda, estava sentado por aqui, porque o Jorge também já foi vice. Falei, Jorge, no mínimo, no mínimo, você precisa me ajudar a fazer 10 mil casas. E o Jorge assumiu. Aí, nos próximos dias, eu, o Jorge e o Gugu Bueno falando com o governador, eu disse, governador, é um compromisso, é um desejo que eu tenho. E eu quero fazer isso mesmo”.

Renato Silva finalizou seu discurso lembrando que, desde 2010, quando teve o privilégio de presidir a Cohavel, tem lutado para fazer bom uso dos terrenos baldios do município, mesmo que isso signifique unir forças com adversários políticos, uma atitude que ele considera “bíblica”.

“Vamos fazer, porque nós temos um município que tem bastante terreno, bastante terreno, que eu brigo desde 2010, quando eu tive o privilégio de estar aqui como presidente da Cohavel. Eu não tinha apoiado o ex-prefeito em 2008, mas é bíblico que tem momentos que os mesmos adversários têm que dar a mão”.

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