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Imagem ilustrativa/ Márcio Lopes - aRede

Após ser preso por violência doméstica, homem afirma que é “do corre” e PMs deveriam “tomar cuidado”

No trajeto para o local, a equipe policial foi abordada por um homem que confirmou a situação, alegando ter presenciado uma mulher sendo agredida. Ao chegar...

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Por Fábio Wronski

Imagem ilustrativa/ Márcio Lopes - aRede

Em uma operação que ocorreu na noite de terça-feira (10), por volta das 19h, a Polícia Militar de Marechal Cândido Rondon foi acionada para intervir em um caso de violência doméstica na Rua Colombo, localizada no centro da cidade. A denúncia, feita de forma anônima, indicava que um homem estava agredindo sua companheira.

No trajeto para o local, a equipe policial foi abordada por um homem que confirmou a situação, alegando ter presenciado uma mulher sendo agredida. Ao chegar ao endereço informado, os policiais encontraram um indivíduo sem camisa, portando duas garrafas de vidro, que correspondia à descrição do autor da agressão.

Apesar de inicialmente apresentar resistência passiva, o agressor foi abordado sem necessidade de uso de força física. A vítima, visivelmente abalada, relatou que seu companheiro havia chegado em casa embriagado e possivelmente sob efeito de cocaína. Ele se envolveu em uma discussão com uma cliente do bar que mantêm nos fundos de sua residência, agredindo-a fisicamente. Ao tentar intervir, a companheira foi ameaçada.

A cliente agredida já havia deixado o local quando a equipe policial chegou, impossibilitando sua identificação imediata. Diante dos fatos, o agressor foi preso e algemado, devido ao seu comportamento agitado e ameaçador.

Consultas ao sistema SESP e relatos da vítima confirmaram a existência de diversos boletins de ocorrência anteriores entre o casal, todos envolvendo episódios de violência doméstica. Os envolvidos foram encaminhados à 47a Delegacia de Polícia para as providências cabíveis.

A vítima expressou medo de represálias do companheiro, especialmente após a prisão, e informou que tem dois filhos em comum com o agressor, um menino de 7 anos e uma menina de 4. Ela ressaltou, ainda, que não depende financeiramente do autor das agressões.

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