Bolsas de NY fecham em baixa na véspera do payroll e embate Musk-Trump derruba Tesla

O índice Dow Jones recuou 0,25%, aos 42.319,74 pontos. O S&P 500 caiu 0,53%, a 5.939,30 pontos, e o Nasdaq recuou 0,83%, a 19.298,45 pontos....

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Por Agência Estado

As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta quinta-feira, 5, em meio a expectativas para o payroll, que deve mostrar desaceleração das vagas criadas na economia. A sessão foi marcada por sinais positivos no front comercial entre Estados Unidos e China, dados econômicos mistos e uma forte queda nas ações da Tesla, após um embate público entre o CEO Elon Musk e o presidente norte-americano, Donald Trump.

O índice Dow Jones recuou 0,25%, aos 42.319,74 pontos. O S&P 500 caiu 0,53%, a 5.939,30 pontos, e o Nasdaq recuou 0,83%, a 19.298,45 pontos. Os dados são preliminares.

As ações da Tesla ficaram no centro das atenções em meio ao embate público entre Trump e Musk. O papel derrapou 14,3%, ampliando as fortes perdas da véspera, depois que Trump afirmou que a maneira mais fácil de economizar no orçamento do governo é cortar subsídios de Musk.

Já os papéis da PVH (PVH), dona das marcas Calvin Klein e Tommy Hilfiger, despencaram 17,9% após a empresa alertar que as tarifas vão pressionar os lucros.

Por sua vez, a Circle, emissora da stablecoin, saltou 168%, em sua estreia após abertura de capital e a Planet Labs disparou 49,2%, após surpreender positivamente o mercado com os resultados trimestrais.

A notícia de um diálogo “excelente”, segundo Trump, entre os líderes dos EUA e da China elevou o otimismo sobre a retomada das negociações comerciais, ampliando a expectativa de melhora das perspectivas econômicas, segundo analistas.

Na agenda econômica, os dados comerciais mostraram que o déficit comercial dos EUA encolheu mais do que o previsto pelos economistas, com as importações despencando em resposta às tarifas. Já os pedidos semanais de seguro-desemprego vieram um pouco acima do esperado.

A Oxford Economics avalia que os dados da balança comercial sugerem recuperação do PIB dos EUA no 2º trimestre, mas alerta que ainda é difícil medir a real condição da economia. Já Stephen Stanley, do Santander, diz que os pedidos de auxílio refletem fatores sazonais e vê os custos de mão de obra alinhados à meta do Fed – o que favorece cortes de juros.

Com isso, as atenções se voltam para o payroll de maio, com divulgação na sexta-feira. O dado é visto como crucial para calibrar as apostas sobre os próximos passos do Fed.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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