Vereador justifica recusa em assinar documento para CPI do "Professor Monstro"

Publicado em

Relacionadas:

Por Silmara Santos

Atualizado em

O vereador Everton Guimarães (PMB) se pronunciou nesta quinta-feira (29) para esclarecer os motivos pelos quais não assinou o documento que solicitava a instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso conhecido como “Professor Monstro”. A justificativa foi feita por meio de um vídeo publicado em suas redes sociais.

Na última terça-feira, um grupo de mães esteve na Câmara de Vereadores pedindo o apoio de Guimarães para a instauração da CPI, porém, o vereador se recusou a assinar o documento.

No vídeo, Guimarães, que também é advogado, criticou a qualidade do documento apresentado, alegando que este não cumpria os requisitos necessários para a abertura de uma CPI.

“Se 21 vereadores assinassem aquele papel, não abriria a CPI, porque era um documento que não cumpria os requisitos para abertura da CPI, com erros grotescos”, disse.

Everton Guimarães

O vereador também apontou que seu nome estava escrito de forma incorreta no documento, o que, segundo ele, é um exemplo dos erros presentes. Everton Guimarães afirmou que o documento não tinha validade e criticou o fato de outros vereadores terem assinado.

Apesar de não ter assinado o documento apresentado, Guimarães sinalizou que vê a necessidade de uma investigação sobre o caso.

“Eu vejo que há necessidade, sim, você pode ter certeza, que esse papel não será só um papel, mas abertura”, concluiu.

X