
Após suposto caso com Neymar, modelo é detida por falsificação
Nayara e outras duas mulheres são suspeitas de integrar um grupo que comercializava perfumes e cosméticos falsificados através das redes sociais...
Publicado em
Por Silmara Santos
A modelo Nayara Macedo, conhecida como Any Awuada nas redes sociais, foi presa temporariamente na última quarta-feira (21) na região metropolitana de São Paulo. A prisão ocorreu sob a acusação de participação em um esquema de falsificação e venda de cosméticos e perfumes adulterados. Nayara ganhou notoriedade nacional em março deste ano, após afirmar que teria tido um relacionamento com o jogador Neymar Jr. e que estaria grávida dele.
A Polícia Civil de São Paulo conduziu as investigações e identificou Nayara e outras duas mulheres como suspeitas de integrar um grupo que comercializava perfumes e cosméticos falsificados através das redes sociais. As operações policiais ocorreram nas cidades de Mogi das Cruzes e Biritiba-Mirim, onde foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão.
A investigação teve início após uma consumidora ter adquirido perfumes importados por quase R$ 860 e perceber que os produtos eram falsificações. A perícia técnica confirmou a adulteração, constatando que os frascos continham substâncias como metanol e etanol em concentrações acima do permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de ausência de qualquer registro sanitário obrigatório.
As investigações também revelaram que uma das suspeitas movimentou mais de R$ 1,2 milhão com as vendas ilegais. As outras duas teriam movimentado valores de aproximadamente R$ 600 mil e R$ 300 mil, respectivamente.
A defesa de Nayara Macedo declarou que sua prisão foi decretada exclusivamente para o avanço das investigações e que a equipe jurídica ainda está tomando ciência completa do processo, que tramita desde 2023. As advogadas responsáveis pela defesa reforçaram o compromisso com o devido processo legal e a garantia dos direitos da cliente. Nayara permanece sob prisão temporária, com prazo inicial de 30 dias, enquanto as autoridades aprofundam as apurações sobre o esquema de falsificação.
Com informações de CM7 Brasil
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