Morte de cantor Gutto Xibatada por Monkeypox acende alerta
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Por Silmara Santos
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A morte do cantor paraense Gutto Xibatada, conhecido por seus sucessos no cenário do forró, aos 39 anos, em Belém, no dia 22 de abril, causou comoção entre fãs e acendeu um alerta sobre os riscos do vírus monkeypox, também conhecido como varíola dos macacos, na região Norte do Brasil. O artista faleceu devido a complicações causadas pela doença, após cerca de um mês enfrentando sintomas graves.
Fotos do cantor no hospital, mostrando lesões na pele características da monkeypox, viralizaram nas redes sociais, gerando preocupação. Segundo a irmã de Gutto, o cantor escondia o diagnóstico de amigos e familiares. A doença começou a se manifestar discretamente, mas as bolhas acabaram se espalhando e comprometendo a saúde do cantor, que era asmático.
Gutto Xibatada apresentou sintomas por semanas e durante esse período, viajou para o Rio de Janeiro e a Bahia. Ao retornar a Belém, buscou atendimento médico, recebeu medicação e foi orientado a permanecer em isolamento. No entanto, seu quadro se agravou rapidamente, culminando em sua internação e morte.
A divulgação das imagens das lesões do cantor nas redes sociais intensificou o debate sobre a monkeypox na região. A doença, que pode causar febre, dores musculares e lesões cutâneas, tem preocupado autoridades de saúde, especialmente em áreas com menor acesso a informações e cuidados médicos.
A condição asmática de Gutto foi um fator agravante, destacando a importância do diagnóstico precoce e do isolamento para evitar complicações. Nas redes sociais, fãs e amigos prestaram homenagens ao artista. A morte de Gutto Xibatada reforça a necessidade de conscientização sobre a monkeypox, que, embora menos letal que outras doenças virais, pode ser grave em pacientes com comorbidades.
As autoridades de saúde do Pará ainda não divulgaram dados atualizados sobre casos de monkeypox na região, mas o caso do cantor reacende a urgência de campanhas educativas e monitoramento. A tragédia serve como um alerta para a população do Norte do Brasil, onde a circulação do vírus pode representar um risco crescente.
Com informações do CM7 Brasil.
